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Hóquei em Patins: Henrique Magalhães despede-se do Sporting

Lucas Santos · 1 min

Henrique Magalhães Sporting
Foto: Sporting

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Henrique Magalhães colocou um ponto final na sua ligação ao Sporting. O defesa/médio encerra uma passagem dividida em duas etapas e marcada pela conquista de vários títulos ao serviço dos leões.

«Os melhores anos da minha carreira foram, sem dúvida, no Sporting. Senti uma alegria enorme por ter feito parte da História do hóquei do clube. Todos estes anos que vivi aqui foram muito bons. O facto de os jogadores novos terem podido mostrar o seu valor de forma natural também significa sair pela porta grande. Se houvesse algo a apontar, era exatamente não ter ganho tantos Campeonatos como desejava», afirmou em entrevista aos canais do clube.

Pelo Sporting, Henrique Magalhães somou 304 jogos, marcou 76 golos e fez 43 assistências, além de conquistar oito títulos em sete temporadas, entre eles, duas Champions League e um Mundial de Clubes. A próxima etapa da carreira será na AD Valongo, onde já fez história ao conquistar o campeonato na época 2013/14.

Lucas Santos

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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