Publicidade

Já se sabe porquê Lindelof deixou Old Trafford a meio do Manchester United x Lyon na Europa League

Diogo Lagos Reis · 1 min

Victor Lindelof Manchester United
Foto: Manchester United FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Manchester United eliminou o Lyon e avançou para as meias finais da Europa League. Já se sabe porquê Lindelof deixou o estádio.

O Manchester United eliminou o Lyon e avançou para as meias finais da Europa League. Já se sabe porquê Lindelof deixou o estádio.

Victor Lindelof deixou Old Trafford ao intervalo do Manchester United x Lyon porque o seu filho mais novo magoou-se com gravidade enquanto brincava em casa com o seu irmão. A revelação foi feita pela mulher de Lindelof, Maja Nilsson, nas redes sociais.

«Uma hora antes do jogo começar, a nossa ‘babysitter’ ligou e disse que eles estavam numa ambulância a caminho do hospital. O Francis abriu a cabeça. Estava a correr atrás do irmão mais velho e caiu na nossa escada de vidro. A testa dele estava dividida em duas partes. Ele ficou no hospital na quinta e na sexta-feira. Teve que fazer uma cirurgia plástica para reconstruir a testa», referiu Maja Nilsson.

«É a primeira vez que presencio algo assim com um dos meus filhos. Foi extremamente desagradável e não quero passar por isso de novo. Os médicos dizem que ele vai ficar com uma cicatriz grande na testa. Mas não se preocupe, estou feliz que tenha corrido tão bem», disse ainda.

O Manchester United venceu essa noite o Lyon por 5-4 num jogo épico e o conjunto de Ruben Amorim avançou assim para as meias finais da Europa League, onde vai enfrentar o Athletic Club.

Victor Lindelof
Fonte: Manchester United
Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.