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João Aragão venceu Mundial Sub-17 e tem ambição: «Quero ter mais minutos na equipa A do Braga»

Diogo Ribeiro · 1 min

João Aragão Portugal Sub-17
Foto: FPF

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João Aragão celebrou a conquista do Mundial Sub-17. Seleção conquistou título mundial no escalão pela primeira vez na história.

João Aragão foi um dos portugueses que, em Doha, no Catar, festejou a conquista inédita do Mundial Sub-17. Portugal bateu a Áustria na final por 1-0 e celebrou conquista do troféu.

«Sinto-me bastante bem, um orgulho inexplicável. Fizemos história e queríamos ser campeões do mundo. Já temos um Europeu e um Mundial. Acho que ninguém vai fazer o que fizemos, mas fica o desafio para vocês. Vamos festejar, hoje ninguém dorme. Vamos».

«Aniversário irmã? É uma prenda muito especial, uma menina que gosto muito. Um orgulho vê-la neste palco. Muito orgulhoso por lhe dar esta prenda. Ansioso para chegar a Portugal. Não nos podemos esquecer de Mogadouro, um abraço à minha terra natal».

«Clubes? É sempre muito importante. Não quero ficar por aqui, quero ter mais minutos na equipa A [Braga]. Dá-nos visibilidade que nenhuma competição nos dá. Humildade sempre. Não quero ficar por aqui, quero ter mais minutos».

Diogo Ribeiro

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Uma equipa grande também se faz naqueles jogos mais chatinhos, onde a inspiração se perde nos poros de suor e nada parece correr bem. Será algo do género que Andreas Schjelerup terá ecoado ao intervalo, quando ficou no balneário, ou quando Gianluca Prestianni, talvez já moldado pelo peso do brilhantismo, enfrentou pela frente mais uma muralha de jogadores adversários. Se no final da época for feita uma compilação dos grandes momentos do Benfica, será pouco provável ver muitos lances deste jogo, talvez apenas aquele em que o argentino com um toque de classe fez a bola passar por entre as pernas de Touaizi, perdido no meio de tamanho inconformismo. O retrato geral, não o escondeu Marco Silva, numa dose de realismo que já há muito não se via nos corredores da Luz, foi desinspirado. Felizmente para os encarnados, há Echeverri. Não é o primeiro momento de brilhantismo desmedido do reforço de verão por quem a cláusula de opção de compra já se afigura uma mera formalidade, mas, fosse esse o caso, seria quase poético. Depois de se celebrar o Dia das Bruxas, Halloween para os falantes de inglês, brilhou no Estádio da Luz um Diablito, que impediu Marco Silva de procurar explicações para o tropeço nas bruxas e dissipou qualquer questão sobre os fantasmas do empate que assombraram o Benfica na última época. Quem tem um Joker assim, pode sempre sorrir.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
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