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Jogador campeão pelo Benfica opta pela quarta divisão brasileira em vez da segunda divisão espanhola

Ricardo Mendes Fonseca · 1 min

Gabriel Pires
Foto: Benfica

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Gabriel Pires terminou contrato com o Panserraikos. Depois de ficar livre no mercado, o ex- Benfica optou por regressar ao Brasil.

Gabriel Pires optou por aceitar a proposta do Portuguesa de São Paulo, em vez de se juntar ao Sporting Gijón, da segunda divisão espanhola. O ex-Benfica estava livre no mercado após ter terminado contrato com o Panserraikos.

O acordo entre o médio de 32 anos e o Sporting Gijón não se concretizou devido a divergências financeiras, e pouco tempo depois, Gabriel Pires surpreende e junta-se ao Portuguesa de São Paulo, clube da Serie D do Brasil, equivalente à quarta divisão brasileira.

«O projeto chamou-me à atenção, assim como a hipótese de disputar o Paulistão, uma competição muito forte. É uma oportunidade de voltar a demonstrar o meu futebol. Os adeptos podem esperar dedicação e entrega total», afirmou o jogador, durante a sua apresentação no novo clube.

Ricardo Mendes Fonseca

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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