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Jogador que soma interessados na La Liga pode passar a custar 12 milhões de euros a partir de junho de 2025

Ricardo João Lopes · 1 min

Iñigo Vicente Racing Santander La Liga Hypermotion
Foto: Real Racing Club

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Iñigo Vicente conta com pretendentes na La Liga e pode mesmo acabar por participar na próxima edição do campeonato sem ter que mudar de clube.

Iñigo Vicente conta com pretendentes na La Liga e pode mesmo acabar por participar na próxima edição do campeonato sem ter que mudar de clube.

Iñigo Vicente tem sido associado a alguns clubes da La Liga, nomeadamente ao Sevilha e ao Athletic. A cláusula de rescisão do jogador do Racing Santander é de seis milhões de euros, mas esta situação pode vir a mudar totalmente.

Segundo o Diario As, caso o emblema espanhol seja promovido à La Liga, a cláusula de rescisão de Iñigo Vicente passa a ser de 12 milhões de euros, um valor muito menos acessível para a maioria dos clubes.

O Racing Santander ocupa o primeiro posto da La Liga Hypermotion, com 36 pontos, mais 10 que o segundo classificado, tendo a promoção muito bem encaminhada. O extremo conta com 26 anos e na presente temporada soma 15 jogos, com dois golos e seis assistências.

Iñigo Vicente fez a sua formação no Athletic, podendo assim atuar no histórico do País Basco.

Ricardo João Lopes

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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