Publicidade

José Mourinho e o empate do Fenerbahçe:«Era impossível perdermos o jogo. Era eu na baliza ou o Livakovic. Não teria feito diferença»

Diogo Lagos Reis · 1 min

José Mourinho Fenerbahçe José Mourinho: será o fim de uma era?
Foto: Fenerbahçe SK

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Fenerbahçe empatou 0-0 com o Samsunspor na jornada 28 da Liga da Turquia. José Mourinho falou no final do encontro.

O Fenerbahçe empatou 0-0 com o Samsunspor na jornada 28 da Liga da Turquia. José Mourinho falou no final do encontro.

José Mourinho já reagiu ao empate 0-0 do Fenerbahçe com o Samsunspor para a jornada 28 da Liga da Turquia. O técnico português abordou a corrida pelo título e a postura da equipa adversária na partida:

«Não posso dar uma percentagem sobre as hipóteses de ganhar o campeonato. Provavelmente, será muito difícil para o líder [Galatasaray] perder pontos. A razão é que algumas equipas jogam contra eles com menos motivação do que jogam contra nós. Hoje, por exemplo, jogámos contra uma equipa que está em terceiro lugar na liga, mas foi como se estivéssemos a jogar contra uma equipa que está a jogar contra uma equipa que está a jogar para evitar a despromoção», referiu em declarações citadas pelo Sports Digitale.

José Mourinho afirmou que «era impossível perder o jogo» devido à falta criação ofensiva da equipa adversária:

«Era impossível perdermos o jogo. Era eu na baliza ou o Livakovic. Não teria feito qualquer diferença. Hoje era impossível perder o jogo porque o adversário não chegou à nossa baliza, mas para ganhar o jogo é preciso marcar golos».

José Mourinho deixou ainda fortes críticas a Allan Saint-Maximin:

«O Maximin não está em condições de jogar. Ele pode publicar as fotografias que quiser. Pode fazer photoshop se quiser, pode fazer abdominais. Ele não se treina a si próprio. Se não treinar de forma consistente, não estará em condições de jogar».

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.