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Kjetil Knutsen antes do jogo decisivo em Alvalade: «Sporting? Não tememos ninguém»

Dinis Jacob · 1 min

Kjetil Knutsen Bodo/Glimt
Foto: Bodo/Glimt

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O treinador do Bodo/Glimt, Kjetil Knutsen, fez a antevisão à segunda mão dos oitavos-de-final da Champions League, diante do Sporting.

O Sporting recebe o Bodo/Glimt na próxima terça-feira, num encontro da segunda mão dos oitavos-de-final da Champions League, após a derrota por 3-0 na Noruega. Na conferência de imprensa de antevisão à partida, o técnico dos noruegueses, Kjetil Knutsen, destacou o caráter ofensivo dos leões, mas garantiu que a sua equipa entrará em campo sem medo:

«O Sporting vai entrar muito agressivo e vão à luta. São uma equipa ofensiva e intensa. Mas vamos estar prevenidos e vamos voltar a correr muito. Não tememos ninguém. Somos uma equipa física em todos os jogos, queremos sempre correr mais do que os adversários. Vamos precisar de defender e de saber quando contra-atacar. É uma grande oportunidade e estamos preparados. Continuamos a acumular mais e mais experiência».

O técnico de 57 anos refletiu também sobre o impacto do relvado sintético para o sucesso do Bodo/Glimt em casa:

«Independentemente de jogar num relvado natural ou sintético, para nós é trunfo jogar em casa, como para qualquer equipa».

Por fim, destacou aquele que considera ser o jogador mais importante do Sporting:

«O Hjulmand é a chave desta equipa».

Ole Blomberg Bodo Glimt Sporting Ousmane Diomande
Fonte: Bodo/Glimt
Dinis Jacob

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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