Última horaEis os 4 destaques do FC Porto x Académico de Viseu
Publicidade

Lewis Hamilton crítica monolugares atuais da Formula 1: «Rezo para que a próxima geração não seja pior do que esta»

Ricardo João Lopes · 1 min

Lewis Hamilton e Charles Leclerc
Foto: Ferrari

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Lewis Hamilton deixou críticas aos monolugares atualmente presentes na Formula 1. O piloto apresenta na Ferrari.

Lewis Hamilton deixou fortes críticas aos atuais monolugares da Formula 1. Antes do Grande Prémio de Abu Dhabi, o piloto da Ferrari assumiu que esta foi a pior geração de carros da sua carreira, esperando algo melhor em 2026, que marca uma mudança de era:

«Não há uma única coisa de que vá sentir falta nestes carros. É simples. Não gostei. Esta geração [de 2022] foi provavelmente a pior, diria. E rezo para que a próxima não seja pior do que esta. É muito, muito difícil prever como vai ser. Não quero ser demasiado negativo, mas parece muito diferente e não tenho a certeza se o público vai gostar».

O britânico assumiu já estar a trabalhar na próxima temporada:

«Na verdade, começa já na próxima semana. Já estamos a trabalhar nos bastidores para 2026 há vários meses, mas na próxima semana estarei no simulador a trabalhar no carro novo».

Lewis Hamilton não conseguiu ainda qualquer pódio em 2025, conquistando apenas uma corrida sprint. O piloto da Ferrari ocupa a sexta posição no Mundial, com 152 pontos. Ainda pode perder mais uma posição, já que Kimi Antonelli se encontra a apenas dois pontos.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.