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Luís Freire é uma das hipóteses para suceder a Daniel Sousa no Vitória SC

Ricardo João Lopes · 1 min

Luís Freire Rio Ave
Foto: Diogo Cardoso/Bola na Rede

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Luís Freire é um dos nomes analisados para ocupar o posto do Vitória SC. O técnico está livre no mercado depois de ter deixado o Rio Ave.

Luís Freire é um dos nomes analisados para ocupar o posto do Vitória SC. O técnico está livre no mercado depois de ter deixado o Rio Ave.

Luís Freire é um dos técnicos que está a ser avaliado pela direção do Vitória SC para suceder a Daniel Sousa, que deverá deixar o comando técnico da turma de Guimarães nos próximos dias. A informação está a ser avançada pelo jornal Record, que assume que não existe nenhum acordo. O Bola na Rede confirma que Luís Freire é o nome desejado e há interesse entre as duas partes.

O luso encontra-se livre no mercado desde que deixou o Rio Ave em novembro de 2024. Luís Freire somou em 2024/25 um total de 11 encontros, com três golos marcados.

O Vitória SC encontra-se na sexta posição da Primeira Liga, com 25 pontos conquistados em 17 partidas.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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