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Luís Guilherme falou sobre vários temas na mais recente entrevista: desde a chegada ao Sporting, West Ham, Rui Borges e a Champions League.
Luís Guilherme deu uma entrevista à revista BetanoMag, na qual falou sobre vários temas. Numa contratação a rondar os 14 milhões de euris, o extremo brasileiro de 20 anos chegou ao Sporting em janeiro de 2026 e regista até ao momento 26 jogos, com dois golos marcados pelos leões.
«Chegada? Foi bom, foi positivo. Vim de um contexto que não me favoreceu muito, onde não tive muita sequência. Quando cheguei aqui, recebi todo o apoio da comissão e dos jogadores, senti-me em casa desde o meu primeiro dia e pude ajudar de alguma forma a voltar a jogar. Acho que foi positivo, sim. Espero poder ajudar cada vez mais e evoluir para ajudar o Sporting».
«Acredito que fiz uma boa pré-época e agora é trabalhar cada vez mais, esperar a oportunidade e agarrá-la da melhor forma. Estou a trabalhar para estar preparado quando a oportunidade vier. Não sou muito de colocar metas, vivo mais o dia a dia. Seja com golos, assistências ou disputando cada bola, vou dar a vida para que o Sporting possa vencer, que é o que mais importa», também referiu Luís Guilherme.
Luís Guilherme falou sobre a passagem pelo West Ham, primeira experiência fora do Brasil:
«No início foi a intensidade, completamente diferente da do Brasil. Os primeiros três meses foram muito difíceis para mim por tudo: não só pelo futebol, mas pelo país, pela língua e pela cultura. Sinceramente, achei que não ia ficar muito tempo ali, achei que no máximo ficaria seis meses. Tenho de agradecer a Deus, à minha esposa, que esteve comigo em todos os momentos. Foi importante para amadurecer como pessoa e como jogador. Agora estou mais forte mentalmente. Na Inglaterra o jogo era diferente do Brasil, no início atrapalha, mas com o tempo faz-nos amadurecer».
Depois veio para Portugal:
«Principalmente a língua e o tempo influenciam bastante. Sinto-me cada vez mais à vontade para mostrar o meu futebol. Trata-se de entender a estrutura da equipa e o que o treinador pede».
Luís Guilherme fez uma antevisão ao Braga x Sporting, jogo da oitava jornada da Primeira Liga que vai decorrer na próxima sexta-feira, dia 9 de outubro:
«É sempre um jogo difícil, ainda mais na casa deles, sabemos da força deles, mas acredito que vai ser um grande jogo, estamo-nos a preparar bem para poder fazer um grande jogo e podermos vencer. Sabemos que o jogo lá é sempre difícil, mas estamos cada vez mais preparados para poder vencer».
«Não é fazer diferente, é fazer melhor. Estamos no caminho certo, os dois últimos resultados não foram o que queríamos, mas acredito que estamos no caminho certo. Estamos a evoluir, fizemos uma boa pré-época, sabemos do nosso valor e do potencial que temos como equipa e a nível individual. As vitórias vão voltar, não tenho dúvidas», referiu também.
Luís Guilherme falou sobre Rui Borges e os colegas de equipa:
«O treinador deu-me confiança desde o primeiro dia. Nos primeiros dias já comecei a jogar e tive minutos, o que foi muito importante para a minha adaptação e até hoje passa-me confiança, espero retribuir o que fez por mim. Colegas de equipa? Todos me desafiam de forma positiva. Quando cheguei, olhava para os jogadores da minha posição – o Geny, o Trincão – para ver o que faziam e o que eu podia melhorar. É uma concorrência boa e uma disputa saudável. O Trincão é um ‘cara’ que me ajudou muito».
Luís Guilherme abordou a experiência de jogar na Champions League e fez comparação com a Taça Libertadores:
«Jogar a Champions é um sonho que todo o jogador tem, já tive esse privilégio. Quando ouves o hino, voltas aos cinco ou seis anos de idade, quando sonhavas estar ali. É um prazer e uma alegria imensa. A Libertadores é mais faltosa, parece quase outro desporto, mas a velocidade e a intensidade são muito parecidas. Tive o privilégio de jogar as duas competições mais importantes».
«O objetivo é vencer o próximo jogo, independentemente das metas que tivermos. Temos de pensar jogo a jogo para chegarmos o mais longe possível. Para mim todos os jogos são importantes, independentemente de ser Liga, taça ou Champions. Queremos ser vencer, seja qual for o campo ou adversário», também disse.
Luís Guilherme destacou Bruno Tabata – «Jogou comigo no Palmeiras, é um dos que mais acompanhei aqui. É um jogador pelo qual tenho grande carinho» – e falou sobre a Seleção do Brasil:
«Penso na seleção brasileira, mas não como uma obrigação. O foco principal tem de estar no Sporting e em fazer o melhor trabalho aqui. Se estivermos a jogar bem, a seleção será uma consequência natural. Fiquei triste pela forma como a seleção foi eliminada no Mundial, mas é o futebol, agora é um novo ciclo e novos jogadores, talvez estejamos mais preparados para o próximo Mundial», referiu o futebolista, entre mais declarações.













