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Manchester City goleia Al Ain e fecha as contas de apuramento do grupo G do Mundial de Clubes

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Rúben Dias Manchester City
Foto: Manchester City

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O Manchester City não teve dificuldades para golear o Al Ain por 6-0, na segunda jornada da fase de grupos do Mundial de Clubes.

O Manchester City goleou o Al Ain por 6-0, na segunda jornada do Mundial de Clubes. Os golos do encontro foram apontados por Ilkay Gundogan (8′ e 72′), Claudio Echeverri (27′), Erling Haaland (45+4′ g.p.), Oscar Bobb (83′) e Rayan Cherki (88′). Os portugueses Matheus Nunes e Bernardo Silva foram titulares e Rúben Dias foi suplente utilizado.

Com este resultado, e face à vitória da Juventus frente ao Wydad Casablanca, o Manchester City e a Juventus estão já qualificados para os oitavos de final, neste grupo G, ambas com seis pontos. As duas equipas europeias vão medir forças na última jornada para definir o primeiro classificado. Caso surja empate, é a Juventus que finaliza o grupo em primeiro lugar por ter mais golos.

Mário Cagica Oliveira

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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