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Marco Silva: «Eu é que decido e depois dou as explicações que eu ache que tenha de dar»

Ricardo João Lopes · 2 min

Marco Silva Benfica
Foto: Rui Pereira/Bola na Rede

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Marco Silva analisou o encontro entre o Benfica e o Hearts, partida relativa à segunda-mão da terceira eliminatória de acesso à Europa League.

Marco Silva realizou a análise ao encontro entre o Benfica e o Hearts, jogo da segunda-mão da terceira eliminatória de acesso à fase de liga da Europa League. A partida terminou com um 1-1.

«Não liguem muito às minhas reações no banco, são ações do momento. Essas conclusões são completamente erradas. Tenho emoções, é natural. Eu quero ajudá-los o máximo possível e não gosto de estar sossegado. Vocês é que sabem o que devem fazer. A missão foi cumprida. Queríamos ganhar, na primeira parte criámos situações claras. Não entrámos como queríamos na segunda parte. Temos falado disso. Ficou provado que alguns jogadores não têm condições para atuar em 90 minutos. Para pressionar é preciso sair das pernas. Há jogadores que têm de crescer em termos físicos. A linha de quatro se calhar não jogar mais nenhum jogo esta temporada. Também queríamos dar 45 minutos aos defesas centrais, um treino a competir. Também não quisemos dar muito tempo ao Enzo. Outros jogadores queria ver em competição, como reagem, todas essas questões. Queríamos ganhar o jogo».

O técnico falou de Jhon Durán:

«O Durán tem de ir crescendo com os outros, começar a perceber o que é a nossa dinâmica. Tem de chegar onde eu quero, tem de crescer. Precisa de jogo e de minutos. A partir dos 70 o Pavlidis ia dar mais coisas, mas queríamos dar 90’ ao Durán».

Marco Silva foi questionado sobre nova titularidade de Samuel Soares:

«Eu decido assim, eu decido quem joga. O guarda-redes precisa de continuidade, tal como os outros jogadores de outras posições. Eu é que decido e depois dou as explicações que eu ache que tenha de dar».

O técnico indicou que não se pode menosprezar nenhum adversário:

«O Casa Pia é o mais importante para nós. Não podemos pensar que existem adversários acessíveis, se pensarmos assim é o primeiro passo para dar errado».

Ricardo João Lopes

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