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Marcus Edwards não esteve na final da Taça da Liga e já se conhece o motivo

Ricardo João Lopes · 1 min

Marcus Edwards Sporting
Foto: Edmilson Monteiro/Bola na Rede

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Marcus Edwards poderá abandonar o Sporting no presente mercado de transferências, sendo que o Olympiacos está interessado no inglês.

Marcus Edwards poderá abandonar o Sporting no presente mercado de transferências, sendo que o Olympiacos está interessado no inglês.

Marcus Edwards não viajou com a equipa do Sporting para Leiria, antes da final da Taça da Liga, porque chegou atrasado a concentração dos jogadores que iriam ficar na ficha de jogo do Sporting x Benfica, que terminou com a vitória do emblema da Luz. A informação está a ser avançada pelo jornal A Bola.

A equipa optou por partir para o Estádio Magalhães Pessoa sem o extremo inglês, numa comitiva que contou com vários lesionados: Nuno Santos, Matheus Reis, Morita e Daniel Bragança. Marcus Edwards tem sido associado a uma saída de Alvalade no mercado de transferências de inverno.

O Olympiacos está interessado em avançar para a contratação do antigo atleta do Vitória SC.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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