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Mats Hummels rejeitou o Sporting e mais 14 clubes para rumar à AS Roma

Diogo Lagos Reis · 1 min

Mats Hummels já jogou uma final da Liga dos Campeões pelo Borussia Dortmund
Foto: BVB Dortmund

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Mats Hummels vai mesmo ser jogador da AS Roma. O defesa-central alemão rejeitou 15 clubes, entre eles o Sporting.

Mats Hummels vai mesmo ser jogador da AS Roma. O defesa-central alemão rejeitou 15 clubes, entre eles o Sporting.

A AS Roma garantiu esta quarta-feira a contratação de Mats Hummels como agente livre, confirmou Fabrizio Romano. Segundo o jornalista Nico Schira, o defesa-central alemão de 35 anos rejeitou 15 clubes durante o mercado de transferências de verão. Um deles foi o Sporting.

Eis os clubes que Hummels recusou:

  • Bolonha
  • Lille
  • Sporting
  • Ajax
  • Bayer Leverkusen
  • Besiktas
  • Galatasaray
  • West Ham
  • Brighton
  • Mallorca
  • Real Sociedad
  • Al Shabab
  • Al Nassr
  • Clube do Catar (não revelado)
  • Clube da MLS (não revelado)
Diogo Lagos Reis

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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