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Matvei Safonov veste capa de herói e oferece a Taça Intercontinental ao PSG que vence o Flamengo no desempate por penáltis

Duarte Rêgo · 1 min

Flamengo PSG
Foto: PSG

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Matvei Safonov defendeu quatro grandes penalidades consecutivas e garantiu a Taça Intercontinental para o PSG. O Flamengo caiu de pé após o 1-1 nos 120 minutos.

O PSG escreveu mais uma bela página na sua história e na do futebol francês. A equipa de Luis Enrique conquistou a Taça Intercontinental ao bater o Flamengo no desempate por grandes penalidades, numa final decidida pela exibição histórica de Matvey Safonov. O guarda-redes defendeu quatro penáltis seguidos e garantindo que o troféu viaja para França.

O jogo começou com surpresas nos onzes. Filipe Luís apostou em Gonzalo Plata e Jorge Carrascal, deixando Pedro no banco, enquanto do lado francês, Ousmane Dembélé, começou como suplente devido a limitações físicas. O PSG dominou a primeira parte, explorando os espaços deixados pelo clube brasileiro e chegou à vantagem aos 37 minutos, numa jogada de Vitinha, cruzamento de Désiré Doué e finalização fácil de Khvicha Kvaratskhelia para o 1-0.

Na segunda parte, a entrada de Pedro mudou o Flamengo. O empate surgiu aos 61 minutos, com Jorginho a converter uma grande penalidade cometida por Marquinhos, que falhou ainda um golo feito no último minuto do tempo regulamentar. O 1-1 arrastou o jogo para um prolongamento de baixa intensidade, marcado pelo desgaste físico extremo de ambas as equipas.

A decisão foi para a lotaria dos penáltis e transformou-se num filme de suspense. O Flamengo começou mal, com Matvei Safonov a defender o remate de Saúl Níguez. A tensão aumentou quando Ousmane Dembélé atirou para a bancada e Bradley Barcola permitiu a defesa a Agustín Rossi, desperdiçando a oportunidade de fechar o jogo.

Mas a noite era de Matvei Safonov. O russo agigantou-se e defendeu, de forma consecutiva, os remates de Pedro, Léo Pereira e um quarto penálti decisivo, selando a vitória num momento de loucura total. O PSG é, finalmente, campeão mundial.

Duarte Rêgo

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