Mikel Arteta: «Depois de 22 anos sem vencer, não espero que o caminho seja todo de rosas e música bonita»

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Mikel Arteta falou sobre a corrida ao título da Premier League, após o triunfo do Arsenal na receção ao Newcastle.

O Arsenal venceu por 1-0 frente ao Newcastle, ultrapassando um dos desafios mais difíceis na reta final da corrida ao título da Premier League. Após a partida, Mikel Arteta começou por refletir sobre o triunfo, abordando também as possíveis lesões de Kai Havertz e Eberechi Eze:

«Estou muito contente com a vitória. Falámos sobre o primeiro jogo e sobre a importância que teve. Provavelmente, devíamos ter garantido a vitória com uma margem maior em certos momentos do jogo. Mas quando o resultado está 1-0, é sempre difícil, porque eles têm qualidade e porque também colocaram muitos bons jogadores a entrar do banco. Quando não concretizamos as jogadas, especialmente as oportunidades claras que tivemos, a margem acaba por ser menor. Mas, no que diz respeito aos dois jogadores (Havertz e Eze), há pequenas lesões musculares. Não achamos que seja nada de grave. Temos de esperar para ver se eles vão estar disponíveis para quarta-feira».

O técnico espanhol falou sobre o peso do calendário e a dificuldade de vencer na Premier League:

«Sim, estamos a somar 50 pontos. Quantos jogos já disputámos até agora? E estamos onde estamos.Depois de 22 anos sem vencer (o título), não espero que o caminho seja todo de rosas e música bonita. Vai ser assim e estamos preparados para isso. (…) É muito difícil vencer nesta liga, sabemos disso. É por isso que a quantidade de pontos que a equipa tem agora, em comparação com outros anos, é diferente. E a razão é que é muito competitivo, muito difícil de conseguir. Sabemos que ao intervalo a mensagem foi clara: precisamos de ir lá e marcar o segundo golo. Tentámos, mas quando não se é assim tão eficiente em certas áreas, temos de ter outras coisas para ganhar o jogo».

Sobre o facto de ter voltado a colocar a pressão sobre o Manchester City, referiu:

«Tínhamos de fazer o que estava ao nosso alcance e discutimos que o resultado do primeiro jogo dependia de nós, do que fizéssemos e da forma como abordássemos o jogo. Seríamos capazes de ganhar? Conseguimos. Queríamos uma margem de vitória maior. Não foi possível, mas cumprimos certamente o nosso papel».

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