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Morreu Aurélio Pereira: O «Senhor Formação» do Sporting

Diogo Lagos Reis · 1 min

Aurélio Pereira
Foto: Sporting CP

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Aurélio Pereira morreu esta terça-feira aos 77 anos. Sporting faz luto pelo antigo responsável do departamento de formação.

Aurélio Pereira morreu esta terça-feira aos 77 anos. Sporting faz luto pelo antigo responsável do departamento de formação.

Aurélio Pereira morreu esta terça-feira aos 77 anos. O antigo responsável pelo departamento de formação do Sporting foi uma figura marcante na história do clube verde e branco, ao descobrir vários talentos. O maior exemplo, Cristiano Ronaldo.

Também conhecido como o “Senhor Formação” no universo Sporting, Aurélio Pereira retirou-se em 2019, após ter trabalhado durante 45 anos ao serviço do clube leonino. Foi jogador, treinador, olheiro e coordenador do scouting do clube. O Sporting faz assim luto por uma figura querida da sua história.

«Foi um mestre em vida na sua área e uma pessoa consensual para todos, tendo sido sempre reconhecido pelo ‘seu’ Sporting CP: recebeu dois Prémios Stromp e um Leão de Ouro e, em 2012, o Clube atribui o seu nome ao principal relvado/estádio da Academia Sporting», pode ler-se no comunicado oficial dos leões.

«Será para sempre recordado como um dos maiores nomes da história do futebol nacional e, acima de tudo, da história do Sporting Clube de Portugal. Aos familiares e amigos, o Sporting CP endereça as mais sentidas condolências, não deixando de enaltecer e agradecer os anos de esforço, dedicação, devoção e glória de Leão ao peito», também escrevem.

Diogo Lagos Reis

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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