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Mudanças no futsal do Benfica: 2 jogadores a caminho do Barcelona e sucessores estão na Primeira Liga

Ricardo João Lopes · 1 min

Diego Nunes no Benfica
Foto: Rui Pereira/Bola na Rede

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Higor de Souza e Diego Nunes vão deixar o Benfica. Anderson Fortes e Rúben Góis vão ser os seus substitutos.

O Benfica prepara-se para realizar mexidas no seu plantel no próximo mercado de transferências. De acordo com o jornalista Gustavo Muñana, Higor de Souza vai assinar pelo Barcelona, deixando o emblema da Luz, enquanto que o Diego Nunes prepara-se para voltar ao Palma Futsal.

Os encarnados realizaram dois investimentos elevados pelos brasileiros, que saem agora sem qualquer custo: Higor de Souza foi comprado por 170 mil euros em 2022, tal como seu compatriota, que custou 130 mil euros.

O ala regressa a uma casa que bem conhece, depois de Mario Rivillos ter declinado a oferta de renovação, assinando com o Inter Movistar. O Benfica já trabalha nos sucessores. Rúben Góis será o pivot contratado, proveniente do Rio Ave. O luso de 24 anos soma esta época 18 encontros, com 16 golos.

Anderson Fortes, ala angolano de 22 anos, pertence aos quadros do Leões de Porto Salvo e é desejado pela estrutura liderada por Cassiano Klein. Pela formação de Oeiras leva 22 jogos e cinco golos.

Ricardo João Lopes

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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