Nuno Dias já fez a antevisão ao encontro entre o Sporting e o Benfica, relativo à fase regular da Primeira Liga de Futsal.
Nuno Dias, treinador do Sporting, realizou este sábado a antevisão ao jogo dos leões contra o Benfica, num encontro da terceira jornada da fase regular da Primeira Liga de Futsal. O técnico realçou que os dois conjuntos se conhecem:
«De um ponto de vista mais geral, conhecemos o SL Benfica como eles nos conhecem a nós. Há poucas coisas a fazer para conseguir surpreender, mas há sempre margem. Todos os anos temos de alterar coisas e este é mais um em que, pelas análises que fazemos e pelos comportamentos que observamos, há margem para adaptar um ou outro movimento. Nem que seja um palmo à direita, nem que seja um centímetro à esquerda».
O treinador admitiu que é uma honra treinar os jogadores dos verde e brancos:
«É um privilégio, não há dúvida nenhuma, estar com estes jogadores. É um privilégio ver os outros e viver tudo o que é um dérbi. Não há dúvida nenhuma disso, mas isso é antes do jogo. Quando o jogo começa, o nosso papel muda. O nosso papel não é de orgulho por estarmos ali; o nosso papel é de treinador. E o papel do treinador é fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar os jogadores a cumprirem as tarefas e a conseguirem cumprir os objetivos».
Nuno Dias também abordou as mudanças no plantel do Benfica:
«Entrou o [Rúben] Góis, jogador internacional que esteve no último Europeu, e ficou o [Eduardo] Tchuda, um miúdo da formação que tem, na minha opinião, muita qualidade. (…) Não me parece, porém, que as alterações sejam muito grandes em relação àquilo que é o jogo. O SL Benfica é uma equipa que joga muito tempo de quatro e, se joga muito tempo de quatro, não me parece que, nos 40 minutos, o tempo utilizado com pivô seja assim tão grande, nem que haja uma utilização tão significativa de um sistema em que privilegia o pivô. Portanto, não me parece que seja por aí que vá haver grandes diferenças».

