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Os 4 destaques do Sporting 3-3 Benfica

Ricardo João Lopes · 1 min

Kutchy Benfica
Foto: Carlos Silva/Bola na Rede

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Sporting e Benfica enfrentaram-se este domingo no João Rocha, para a Primeira Liga de Futsal. Eis os destaques do encontro.

O Sporting e o Benfica enfrentaram-se durante a tarde deste domingo, num encontro da terceira jornada da fase regular da Primeira Liga de Futsal. O jogo terminou com um 3-3. Eis os destaques:

Silvestre Ferreira: O internacional português tem cada vez mais peso no projeto do Benfica de Cassiano Klein. O ala de 27 anos estabeleceu o empate logo em seguida ao golo de Diogo Santos, dando tranquilidade às águias. Um jogador completo.

Diogo Santos: Abriu o marcador (aparecendo no centro da área numa bola parada trabalhada) e foi uma figura presente do Sporting ao longo de todo o jogo. O ala de 23 anos conseguiu boas conexões com os colegas de equipa.

Bernardo Paçó: Partida tímida do guarda-redes do Sporting, a dar razão aos críticos. Ainda que tenha feito defesas importantes, pecou nas suas arrancadas, criando algum risco aos colegas. O segundo golo do Benfica é fruto de um desses lances, com a baliza a ter de ser preenchida por um jogador de quadra.

Cléber: Estreia a marcar do novo pivot do Benfica. Um tento que estabeleceu o 3-3 e que pode dar um aumento de moral ao internacional brasileiro. O pivot beneficiou de algumas oportunidades e pode fazer a diferença na Primeira Liga.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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