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Os jogos que faltam ao Sporting de João Pereira até ao final de 2024

Ricardo João Lopes · 1 min

João Pereira e Tiago Teixeira Sporting
Foto: Filipe Oliveira/Bola na Rede

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O Sporting de João Pereira não vive um bom momento, acumulando quatro derrotas consecutivas em todas as competições.

O Sporting de João Pereira não vive um bom momento, acumulando quatro derrotas consecutivas em todas as competições.

O Sporting perdeu esta terça-feira frente ao Club Brugge por 2-1, chegando às quatro derrotas seguidas. O emblema de Alvalade está assim a viver uma péssima fase, numa altura em que faltam quatro desafio para fechar 2024.

A turma de João Pereira recebe no sábado o Boavista, num duelo válido pela décima quarta jornada da Primeira Liga. Já no dia 18 de dezembro, a equipa atuará frente ao Santa Clara, para os oitavos de final da Taça de Portugal.

Ainda antes do Natal, no dia 22 de dezembro, o Sporting desloca-se a Barcelos, para enfrentar o Gil Vicente, em jogo da décima quinta ronda da Primeira Liga. Para fechar, os leões recebem o Benfica, a 29 de dezembro, para a décima sexta ronda.

  • Sporting x Boavista- Primeira Liga
  • Sporting x Santa Clara- Taça de Portugal
  • Gil Vicente x Sporting- Primeira Liga
  • Sporting x Benfica- Primeira Liga
Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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