Última horaAbel Ferreira analisa Palmeiras x Remo e aborda luta pelo título: «Flamengo? Tem tudo e mais alguma coisa para ganhar essa competição»
Publicidade

Pablo Rosario após derrota do FC Porto: «Eles tiveram dois penáltis, que para mim não eram penáltis»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Pablo Rosario FC Porto
Foto: Tiago Cruz / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O FC Porto perdeu com o Nottingham Forest por 2-0 na terceira jornada da Europa League. Pablo Rosario reagiu à derrota.

Pablo Rosario reagiu à derrota do FC Porto contra o Nottingham Forest por 2-0 na terceira jornada da fase de liga da Europa League. Em declarações à Sport TV, o médio dos dragões acredita que os dois penáltis do Nottingham Forest não deveriam ter sido assinalados:

«Jogo difícil, sabíamos que ia ser, o novo treinador [Sean Dyche] deu-lhes uma nova energia. Foi 50/50, estivemos bem, mas foi difícil, depois eles tiveram dois penáltis, que para mim não eram penáltis, mas o árbitro deu. Este jogo terminou e é focar na segunda-feira».

«Jogo difícil, sabíamos que ia ser, o novo treinador [Sean Dyche] deu-lhes uma nova energia. Foi 50/50, estivemos bem, mas foi difícil, depois eles tiveram dois penáltis, que para mim não eram penáltis, mas o árbitro deu. Este jogo terminou e é focar na segunda-feira», completou Pablo Rosario.

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a tática explica tudo e, mesmo assim, passa para 2.º plano | Torreense

Não é que a tática não seja importante. Ela é, aliás, crucial para entender o jogo e o seu caminho. Ainda assim, depois de dois golos dos descontos e de uma nova vitória - a primeira em casa - do Torreense, qualquer pensamento, qualquer sentimento, qualquer nota sobre o jogo tende a lembrar a magia de, não um, mas dois golos anotados nos descontos para mudar completamente o resultado e o apelo de um clube a uma prova. Só a tática, na forma como o Torreense se organizou 11x10, 10x11 e 10x10, explica uma vitória construída com base em pensamento, em estrutura e em alterações constantes, num dinamismo tal que precisa de múltiplos cantos para escrever uma epopeia. Mas também só a emoção ou, pelo menos, a capacidade de a exteriorizar, explica a forma como, quando todos já poderiam deitar a toalha ao chão, um clube da Segunda Liga se consegue superiorizar na Europa e, depois de sofrer uma reviravolta, responder na mesma moeda, depois de, em casa, perder pontos nos descontos, recuperá-los e triplicá-los. 

Diogo Ribeiro · 9 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.