Última horaBruno Pinheiro: «Demos uma boa resposta e fomos extremamente competitivos, deixa-me muito satisfeito»
Publicidade

Palavras emocionantes de Konaté e Van Dijk: as reações dos jogadores do Liverpool à morte de Diogo Jota

Diogo Lagos Reis · 3 min

Diogo Jota
Foto: Everton FC

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Diogo Jota morreu esta madrugada num acidente de carro. Vários jogadores do Liverpool reagiram à notícia com mensagens fortes.

Virgil van Dijk, Konaté, Luis Díaz, Alexis Mac Allister e Dominik Szoboszlai também reagiram à morte de Diogo Jota, que faleceu esta madrugada num acidente de viação. A notícia chocou o mundo do futebol e o dia contou com várias reações. Podes também ver as mensagens (já noticiadas) de Andy Robertson e Arne Slot no link.

Virgil van Dijk

«Meu, não consigo acreditar, não quero acreditar. Absolutamente devastado e totalmente incrédulo. Que ser humano, que jogador, mas acima de tudo que homem de família incrível. Significaste muito para todos nós e sempre significarás! Para a tua família perder dois filhos, um marido e um pai é simplesmente inimaginável. Tão cruel e injusto.

O meu coração está destroçado por toda a vossa linda família, pela Rute e pelos vossos filhos. Prometo-vos que, nestes tempos difíceis e para além deles, estaremos sempre ao lado da vossa família. Um campeão para sempre, o número 20 para sempre. Foi um privilégio ter estado ao teu lado no campo e ter sido teu amigo fora dele».

Sentiremos a tua falta para além das palavras e nunca te esqueceremos. O teu legado vai perdurar, nós vamos certificar-nos disso! Descansem em perfeita paz Diogo & André».

Konaté

«Diogo… Ainda não consigo acreditar. Estou de rastos. Não tenho palavras para expressar os meus sentimentos. Para além do extraordinário futebolista que foste, foste um homem excecional, um amigo e um irmão! Que tu e o André descansem em paz.

Estou verdadeiramente devastado com esta notícia. Este clube, esta família que partilhámos, nunca te esquecerá! Lembro-me de todos os momentos que partilhámos e ainda não consigo acreditar, pareciam todos perfeitos… Podem ter a certeza de uma coisa: a vossa família não vai caminhar sozinha. Nós estaremos lá para os ajudar a ultrapassar este momento devastador.

Gostaria de me dirigir ao mundo: hoje é o Diogo e o seu irmão. Ontem foi outra pessoa. Amanhã podemos ser nós. Aproveitemos todos os momentos que a vida nos oferece, com as nossas famílias, amigos e até desconhecidos. Vamos tentar viver em paz e enviar amor uns aos outros. Não sabemos o que nos reserva o amanhã. AMO-TE, MEU IRMÃO».

Luis Díaz

«Não tenho palavras… Dói na alma. Não só pelo que foi no campo, mas pela pessoa que foi fora dela. Há gestos que nós nunca esquecemos, e o Diogo teve um comigo que me acompanhará a vida toda. O meu abraço vai para a Rute, para os seus três filhos e para a sua família. Descansem em paz, Diogo e André»

Alexis Mac Allister

«Não posso acreditar. Lembrar-me-ei sempre dos teus sorrisos, da tua raiva, da tua inteligência, do teu companheirismo e de tudo o que fazia de ti uma pessoa. Dói muito, vamos sentir a tua falta.
Descansa em paz querido Diogo».

Dominik Szoboszlai

«Não há palavras para descrever o quanto estamos destroçados e devastados… O teu sorriso, o teu amor pelo jogo nunca serão esquecidos.

Sentiremos muito a tua falta, mas ficarás connosco para sempre, dentro e fora do campo. Os nossos pensamentos e orações estão com a tua família.

Descansa em paz, irmão».

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.