O Académico de Viseu venceu na casa do Estrela da Amadora por 2-0 na sétima jornada da Primeira Liga. Eis as reações de Pepa e de Bruno Pinheiro.
Pepa e Bruno Pinheiro reagiram ao Estrela da Amadora x Académico de Viseu, jogo em que terminou com a vitória do emblema visitante por 2-0 para a sétima jornada da Primeira Liga. André Clóvis esteve em destaque com bis na partida, aos 10′ e 24′ minutos.
«Corremos muito, mas corremos mal. Pouco clarividentes e, por isso, pouco efetivos a sair na pressão. Foi um dia mau com e sem bola, com más decisões e muitas perdas de bola. O Académico baixou, formou uma linha de cinco, por vezes de seis, não tiveram problemas em ter esse volume todo de unidades atrás da linha da bola e criou-nos dificuldades nessa parte. Tivemos pouca energia, pouca clarividência. Hoje, tivemos pouca alegria. Tivemos humildade, porque sei em que forma eles estão, mas tivemos pouca alegria e, quando assim, parece que a equipa baixa em termos de criatividade, de energia, tudo. Na segunda parte, não criámos perigo ou, por assim dizer, criámos mais na primeira do que na segunda parte, e isso mostra também que o nosso nervosismo para a segunda parte. Hoje não foi um dia tão bom e agora vamos crescer e aprender com isto», referiu Pepa no final do jogo.
Já Bruno Pinheiro disse o seguinte:
«Foi um jogo em que entrámos fortes, fomos equilibrados e conseguimos sair com bola, chegámos ao golo com naturalidade e, depois obviamente o adversário tem de reagir, de fazer alguma coisa e tivemos de baixar. Acabámos por pressionar menos que na primeira parte e, no final, estivemos nós mais perto do 3-0 que eles do 2-1, o que me parece ser um indicador de que, de facto, o jogo esteve quase sempre controlado».
«Conheço o André há muitos anos, foi um jogador que já tinha trabalhado comigo no Estoril Praia. Tem exatamente as mesmas qualidades que tinha nessa altura, ou seja, é um finalizador nato. O André Clóvis finaliza de pé direito, pé esquerdo, de cabeça, dentro da área, fora, de primeira ou em corrida. É um jogador muito completo na finalização, obviamente tem outras coisas a trabalhar, nomeadamente a capacidade física, também fruto do seu porte físico acaba por ter alguma dificuldade, por vezes, para pressionar. É um jogador diferenciado para o golo e no que é muito forte. Por vezes, sinto que a equipa precisa de alguém mais fresco na frente para o ajudar, mas não é fácil substituí-lo, porque sabemos que sempre que [a bola] lhe cair nos pés em zona de finalização há uma percentagem elevada de haver golo», afirmou também.







