Última horaAC Milan de Ruben Amorim traz novidade e há renovação no ataque
Publicidade

PSV vence o Willem II antes da receção ao Sporting para a Champions League

Mário Cagica Oliveira · 1 min

PSV jogadores
Foto: PSV

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O PSV venceu o William II por 2-0, em jogo da jornada sete da Eredivisie. A equipa de Peter Bosz está no topo da classificação.

O PSV venceu o William II por 2-0, em jogo da jornada sete da Eredivisie. A equipa de Peter Bosz está no topo da classificação.

O PSV foi ao terreno do Williem II vencer por 2-0, numa partida referente à sétima jornada da Eredivisie. Os golos da equipa de Peter Bosz foram ambos marcados por Ricardo Pepi (49′ e 64′).

Com este resultado, o PSV, que recentemente contratou Ivan Perisic, soma e segue no campeonato, tendo agora sete vitórias em sete jogos disputados. No total, são 21 pontos, com 25 golos marcados e apenas quatro sofridos. Já o Willem II está no nono lugar com oito pontos.

O PSV vai receber Sporting na próxima terça-feira, às 20h, na segunda jornada da fase de liga da Champions League.

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.