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Raphael Varane deixa duras críticas para Erik ten Hag: «Tivemos uma grande discussão, estava sempre em conflito e talvez quisesse ganhar respeito através do medo»

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Raphael Varane Manchester United
Foto: Manchester United FC

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Raphael Varane quebrou o silêncio sobre o seu período no Manchescer United. O antigo defesa-central francês apontou o dedo a Erik ten Hag.

Raphael Varane quebrou o silêncio sobre o seu período no Manchescer United. O antigo defesa-central francês apontou o dedo a Erik ten Hag.

Raphael Varane deixou um duro ataque contra Erik ten Hag. O defesa-central francês, que se retirou no início desta temporada, recordou os tempos no Manchester United e deixou críticas para o técnico neerlandês e para a forma como geria a equipa:

«Ten Hag? É difícil encontrar as palavras certas. Por vezes, era muito tenso. Por vezes, esforçava-se por ouvir as reacções dos jogadores. Por vezes, tomava decisões sem ouvir os sentimentos dos jogadores. Houve altos e baixos. Por vezes, era complicado. Tivemos uma grande discussão. Dissemos algumas verdades um ao outro, mas depois não joguei durante quase dois meses. Disse que não concordava com certas maneiras de fazer as coisas no que diz respeito à relação entre ele e a equipa. Não era algo que eu considerasse bom para a equipa, porque alguns jogadores não estavam nada satisfeitos. Não foi bom em termos da relação com o treinador. Ele disse ‘OK, ouvi o que disseste’ e depois disso não joguei», afirmou Raphael Varane.

O antigo defesa-central francês continuou com as críticas:

«Talvez quisesse ganhar respeito através do medo. Precisou sempre de um exemplo de um jogador que esteve sozinho durante todo o tempo em que esteve no Manchester. Fez isso com pelo menos um jogador importante da equipa. Estava sempre em conflito com certos líderes do grupo. É essa a sua forma de gerir».

Raphael Varane confessou ainda que ficou surpreendido com a permanência de Erik ten Hag no final da época passada:

«Fiquei surpreendido por ele ter ficado. A ligação com a equipa já não existia», atirou.

Mário Cagica Oliveira

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