Publicidade

Ricardinho reage à derrota de Portugal: «Tão pobre, tão mau»

Ricardo João Lopes · 1 min

Futsal Portugal
Foto: Federação Portuguesa de Futebol

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Ricardinho reagiu à derrota de Portugal frente à Dinamarca. O jogador de futsal assumiu que ficou desiludido com a prestação dos lusos.

Ricardinho reagiu à derrota de Portugal frente à Dinamarca. O jogador de futsal assumiu que ficou desiludido com a prestação dos lusos.

Ricardinho abordou a derrota de Portugal contra a Dinamarca por 1-0, na primeira mão dos quartos de final da Liga das Nações. O jogador de futsal deixou críticas à qualidade de jogo da seleção orientada por Roberto Martínez, tendo em conta a qualidade dos nomes convocados:

«Com a qualidade que temos no meio campo não somos capazes de ter bola, com o poderio ofensivo que temos não rematamos há baliza , as primeiras substituições são defesas… tão pobre, tão mau … Resta ter esperança em casa».

Têm sido várias as críticas à prestação de Portugal no jogo realizado na noite de quinta-feira. Roberto Martínez admitiu que foi a pior partida da seleção nos últimos dois anos.

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Sporting

A nova fase do leão | Shakhtar Donetsk x Sporting CP 

Anunciada a saída de Rui Borges do comando do Sporting e com Paulo Fonseca de malas feitas, os verdes e brancos preparam-se para enfrentar o Shakhtar Donetsk, em solo inglês, em embate relativo à quarta jornada da Liga dos Campeões. Ainda na ressaca do primeiro desaire europeu, sofrido em Alvalade diante do LASK por 3-2, os pupilos orientados por Tiago Fernandes, treinador interino que vai constar no banco de Stamford Bridge, apontam as suas fichas ao regresso aos triunfos, numa fase em que vão entrar num ciclo completamente exigente na prova milionária, com encontros marcados com gigantes do futebol europeu.

Inês Flores · 3 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

Depois do Halloween, apareceu um Diablito para evitar uma ida do Benfica às bruxas

Uma equipa grande também se faz naqueles jogos mais chatinhos, onde a inspiração se perde nos poros de suor e nada parece correr bem. Será algo do género que Andreas Schjelerup terá ecoado ao intervalo, quando ficou no balneário, ou quando Gianluca Prestianni, talvez já moldado pelo peso do brilhantismo, enfrentou pela frente mais uma muralha de jogadores adversários. Se no final da época for feita uma compilação dos grandes momentos do Benfica, será pouco provável ver muitos lances deste jogo, talvez apenas aquele em que o argentino com um toque de classe fez a bola passar por entre as pernas de Touaizi, perdido no meio de tamanho inconformismo. O retrato geral, não o escondeu Marco Silva, numa dose de realismo que já há muito não se via nos corredores da Luz, foi desinspirado. Felizmente para os encarnados, há Echeverri. Não é o primeiro momento de brilhantismo desmedido do reforço de verão por quem a cláusula de opção de compra já se afigura uma mera formalidade, mas, fosse esse o caso, seria quase poético. Depois de se celebrar o Dia das Bruxas, Halloween para os falantes de inglês, brilhou no Estádio da Luz um Diablito, que impediu Marco Silva de procurar explicações para o tropeço nas bruxas e dissipou qualquer questão sobre os fantasmas do empate que assombraram o Benfica na última época. Quem tem um Joker assim, pode sempre sorrir.

Diogo Ribeiro · 5 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.