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Ricardo Horta antevê Braga x Estrela Vermelha e dá exemplo do Mbjallby: «Para ganhar títulos é preciso uma base»

Diogo Lagos Reis · 2 min

Foto: Luís Batista Ferreira / Bola na Rede

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Ricardo Horta anteviu o Braga x Estrela Vermelha, jogo a contar para a terceira jornada da fase de liga da Europa League. Em conferência de imprensa, o internacional português falou sobre o jogo:

«Expectativas estão muito altas. Sabemos que nesta prova vamos com dois jogos e duas vitórias, com boas exibições, tanto aqui com o Feyenoord como no Celtic. Foram duas exibições de muita personalidade e muita coragem. A expectativa tem de estar muito alta, sabendo que temos um Estrela Vermelha que está habituado a estas provas, uma equipa que colocou o FC Porto em dificuldades, pois o Porto só venceu no último minuto. Esperamos um jogo difícil, mas com muita vontade de fazer um grande jogo e que os três pontos fiquem em casa».

Ricardo Horta foi questionado sobre o que é necessário melhorar:

«Não quero falar muito em termos táticos, mas acho que sermos mais competitivos em certos momentos, é algo que podemos melhorar. Já tivemos alternâncias no nosso jogo na competitividade, que não pode acontecer. Era a palavra que eu diria, sermos mais competitivos. Já mostrámos com Feyenoord, em Alvalade, com o Celtic que o nosso nível de competitividade está alto e quando assim é os resultados são muitos positivos».

Ricardo Horta deu exemplo da Suécia, ao negar «indefinição tática»:

«Não há indefinição no sistema tático, é um míster novo, com novas ideias, isto acaba por ser um processo… Ninguém ganha nada com 2 ou 3 meses de trabalho. Dou o exemplo que até falei com o Lagerbielke, sobre o campeão da Suécia, que foi uma novidade, perguntei-lhe como foi aquilo, ele disse que mantêm a mesma equipa há 4 anos, mudam 2 ou 3 jogadores, mas mantêm a base há 4 anos. Para ganhar títulos é preciso uma base. Este ano, temos míster novo, ideias novas, não se pode querer ganhar com 2 ou 3 meses de trabalho. Temos de melhorar, claro, mas não há indefinição no sistema tático. Há algo a limar, sim, mas o grupo tem vindo a crescer».

Podes ver mais declarações de Ricardo Horta.

Diogo Lagos Reis

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