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Rio Ave ao ataque contra Gustavo Correia e Luís Ferreira depois da derrota contra o Gil Vicente: «Difícil compreender a dualidade de critérios e a facilidade com que o Rio Ave FC foi penalizado»

Diogo Ribeiro · 1 min

Tamble Monteiro Jonathan Buatu Rio Ave Gil Vicente
Foto: Rio Ave FC

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O Rio Ave perdeu contra o Gil Vicente na estreia na Primeira Liga. Jogo ficou pautado por polémica e vilacondenses criticaram arbitragem.

Na primeira jornada da Primeira Liga, os primeiros casos polémicos referentes à arbitragem. Depois da derrota do Rio Ave em casa do Gil Vicente por 1-0, o emblema vilacondense deixou críticas à arbitragem e video-arbitragem de, respetivamente, Gustavo Correia e Luís Ferreira.

«Em Barcelos, ficou difícil compreender a dualidade de critérios e a facilidade com que o Rio Ave FC foi penalizado em situações que, do outro lado, mereceram diferente interpretação», destacou o clube nas redes sociais, num texto a acompanhar o vídeo com o exemplo de vários lances.

Recorde-se que, já depois do jogo, Sotiris Silaidopoulos, treinador da equipa visitante, foi questionado sobre o mais polémico dos lances, a expulsão de Andreas Ntoi, e reagiu de forma irónica.

«Sobre a segunda parte, não quero fazer comentários. Se vi o vermelho? Estava no tablet a ver o Ocean’s Eleven. Não vi o jogo, só o filme», destacou o treinador grego do emblema de Vila do Conde.

Recorde-se que, no filme Ocean’s Eleven, a personagem principal Danny Ocean reúne uma equipa de onze criminosos com o intuito de assaltar três casinos em Las Vegas na mesma noite.

Eis a nota oficial do Rio Ave:

«Assim fica difícil…

Primeira jornada. Primeiros sinais.
Em Barcelos, ficou difícil compreender a dualidade de critérios e a facilidade com que o Rio Ave FC foi penalizado em situações que, do outro lado, mereceram diferente interpretação.
Controlamos o nosso trabalho, a nossa entrega e os nossos erros. Os fatores externos não dependem de nós.
É apenas o início. Mas queremos acreditar que haverá equilíbrio e o mesmo critério para todos. Continuamos a acreditar na arbitragem, nos profissionais e na transparência, mas sozinhos será mais difícil… temos todos de contribuir
».

Diogo Ribeiro

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