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Roberto Martínez contraria Luis de la Fuente: «O Vitinha foi o melhor»

Ricardo João Lopes · 1 min

Roberto Martínez Portugal
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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Roberto Martínez falou aos jornalistas durante esta segunda-feira, de maneira a realizar a antevisão à partida entre Portugal e a Hungria.

Roberto Martínez esteve presente na sala de imprensa da Cidade do Futebol para realizar a antevisão do jogo entre Portugal e Hungria, válido pela quarta jornada da qualificação para o Mundial 2026. O selecionador contrariou a ideia de Luis de la Fuente, que assumiu que Pedri é o melhor médio da atualidade:

«Eu diria que o mister de Luis de la Fuente está certo a defender os seus jogadores e o Pedri. Para mim, o Vitinha é o melhor médio do mundo, tal como o João Neves, com um perfil diferente. Em todas as estatísticas, o Vitinha foi o melhor da Champions. Foi o melhor médio da Champions, a maior liga em termos de clubes. Falamos de jogadores top».

Podes ler a conferência completa.

Ricardo João Lopes

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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