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Roger Schmidt recorda saídas de Gonçalo Ramos, Enzo e Darwin e desvaloriza pressão

Diogo Lagos Reis · 3 min

Roger Schmidt a treinar o Benfica
Foto: Diogo Cardoso/Bola na Rede

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Roger Schmidt analisou o Vizela, adversário do Benfica na Taça de Portugal. O técnico abordou saídas e entradas do clube.

Roger Schmidt esteve presente na conferência de imprensa de antevisão ao duelo entre o Vizela e o Benfica, jogo a contar para os quartos de final da Taça de Portugal. O técnico das águias comentou o que espera do jogo com o Vizela:

«Ainda há oito equipas em prova. Quando defrontas uma equipa nos quartos de final, significa que ganharam todos os jogos anteriores. A Taça é sempre especial, não tem nada a ver com o campeonato. Se estás nesta ronda, significa que tens qualidade, uma grande mentalidade e que tens de ser levado a sério. Espero um jogo difícil. Nunca é fácil jogar em Vizela. Em rondas anteriores, eles mostraram que são uma boa equipa. Estamos preparados e o nosso objetivo é chegar às meias finais».

Roger Schmidt foi questionado sobre se tenciona jogar com três centrais diante do Vizela:

«Penso sempre na melhor opção. Nestas alturas, temos muitos jogos seguidos e temos pensar em tudo. Não podemos jogar estes jogos apenas com 11 jogadores. Precisamos da equipa toda e amanhã será igual. Mudámos uma vez quando tivemos problemas com os laterais, mas no meio-campo sempre estivemos bem. Estou feliz por termos opções e jogadores que estiveram lesionados e que já estão integrados. Agora, temos oportunidade de fazer ajustes para os próximos jogos».

Roger Schmidt falou sobre o balanço entre vender e investir, recordando transferências antigas e abordando as novas. O técnico foi questionado sobre pressão devido ao investimento no mercado de inverno (Marcos Leonardo, Álvaro Fernández, Benjamín Rollheiser e Gianluca Prestianni):

«A pressão está sempre presente no futebol, especialmente quando estamos num clube como o Benfica. Perdemos jogadores por muito dinheiro mas também contratámos outros. Isso faz parte da filosofia do Benfica, compensar o orçamento com vendas. Quando falamos de Gonçalo Ramos, de Enzo, o Darwin… Vendemos muitos jogadores no último ano e meio. É algo que temos sempre de fazer, mas temos de investir também. Temos que encontrar o equilíbrio. As transferências que realizámos são transferências para o futuro, e quando analisamos o valor individual dos jogadores e o valor do plantel, sabemos que há muito potencial para crescer e criar valor. O equilíbrio que temos vindo a encontrar é muito bom, não tem nada a ver com pressão. Trata-se de profissionalismo».

Roger Schmidt comentou o adiamento do Famalicão x Sporting para a Liga Portugal:

«Iria aceitar, é o que podemos fazer. Não faz sentido pensar nisso, é o que é. Foi uma coincidência que o jogo adiado foi aquele, poderia ter sido o nosso ou outro qualquer. A minha experiência diz-me para não me focar demasiado nas coisas que não podemos controlar. Se o jogo adiado fosse o nosso não ficaríamos felizes, mas tínhamos de aceitar. Agora é preciso encontrar uma nova data para jogar, e não é fácil. Mas no fim não será decisivo».

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Diogo Lagos Reis

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