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Rúben Amorim: «Este ano custa-me mais fazer o 11»

Ricardo João Lopes · 3 min

Rúben Amorim Sporting CP
Foto: Sporting CP

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Rúben Amorim realizou a conferência de imprensa de antevisão do duelo entre o Sporting e o Moreirense, que se joga este domingo.

Rúben Amorim falou aos jornalistas na conferência de antevisão do duelo entre o Sporting e o Moreirense, marcado para as 20h30 de domingo. O técnico admitiu que tem mais dificuldades em montar o onze inicial, em comparação com 2022/23:

«Aproveitámos ao máximo [a pausa] e estamos preparados para o ciclo com jogos a meio da semana, eu preciso de jogos para meter toda a gente a jogar, este ano custa-me mais fazer o 11».

O antigo médio estabeleceu uma comparação entre Pedro Porro e Iván Fresneda:

«Têm algumas semelhanças. São espanhóis. O Fresneda tem muito andamento, ainda para mais num miúdo de 18 anos. Como pessoas são totalmente diferentes. O Fresneda é melhor defensivamente que o Porro. E mais robusto a aguentar jogos seguidos, pois o Porro teria de ser feita alguma gestão face aos problemas físicos que ia tendo».

Rúben Amorim confessou que não gostaria de perder Gonçalo Inácio no próximo mercado:

«Espero que não [risos]. O Inácio ainda tem muitas coisas a melhorar. Tem boas características, tem boa velocidade, jogo de cabeça, é bom a construir e no um para um. Pode crescer mais nessa consistência e jogar todos os jogos no nível máximo. Pode jogar muito bem com dois centrais, pode até passar para o meio do eixo. Pode crescer em muitos aspetos. Não diria que está no pico da maturidade, está num bom momento, mais maduro e seguro de si. Mas tem muito para crescer».

Por fim, o treinador do Sporting comentou o tempo de desconto do encontro entre FC Porto e Arouca:

«Quanto à compensação, é o que é, por vezes até há tempo adicional com uma equipa que está a cair, mas depois marca-se um golo e essa equipa é premiada com tempo para recuperar, é subjetivo. Às vezes dá jeito e outras vezes não. Acho que foi uma maneira de compensar o tempo perdido, mas nós nunca estamos satisfeitos. Já tive jogos em que sofremos a meio da segunda parte e depois não houve jogo, isto é uma tentativa para que os clubes deixem de fazer isso. É uma questão de meio-termo, porque se entra num tempo alongado grande, mas houve muito tempo em que os treinadores se queixaram que devia haver mais tempo, que as equipas se mandavam para o chão. Não quero entrar em polémicas, mas é uma tentativa de tentar compensar as perdas de tempo».

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Ricardo João Lopes

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