Publicidade

Ruben Amorim fala de dois jogadores do Manchester United e analisa goleada ao Everton: «Não nos podemos concentrar apenas no resultado…»

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Ruben Amorim Manchester United Ugarte Hojlund
Foto: Manchester United

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Ruben Amorim analisou a goleada do Manchester United ao Everton. O técnico português falou das exibições de Joshua Zirkzee e de Marcus Rashford.

Ruben Amorim analisou a goleada do Manchester United ao Everton. O técnico português falou das exibições de Joshua Zirkzee e de Marcus Rashford.

Ruben Amorim analisou a goleada imposta pelo Manchester United ao Everton na Premier League. O técnico salientou que há muito ainda para melhorar na equipa dos red devils.

«Não nos podemos concentrar apenas no resultado, temos de nos concentrar na forma como o resultado apareceu. Tal como antes do jogo, temos muito que fazer, mas é melhor trabalhar com vitórias. Vamos concentrar-nos mais no desempenho do que no resultado. Sente-se isso durante o jogo. Não é uma linha de desempenhos de topo, é uma montanha-russa de desempenhos. Temos alguns momentos em que estamos bem, mas depois temos momentos em que temos de sofrer. Voltámos a fazê-lo como na Liga Europa. Precisamos de tempo para treinar e melhorar», afirmou.

O técnico português falou também de Marcus Rashford:

«Um novo treinador é sempre assim, mas há tanto para melhorar. Ele pode fazer muito melhor. Todos temos de melhorar. Mas foi um ótimo trabalho dos jogadores».

Ruben Amorim falou ainda de Joshua Zirkzee:

«Um golo é tudo para o jogador. Ele fez um ótimo trabalho. É bom para a sua confiança. Tínhamos uma ideia… precisávamos de pernas frescas. Os jogadores estão a ajudar muito, parabéns a eles».

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.