Publicidade

Rui Jorge deixa críticas após a derrota de Portugal frente à Roménia em Sub-21: «Não basta dizer que somos melhores, temos de o demonstrar constantemente»

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Rui Jorge Portugal Sub-21
Foto: Edmilson Monteiro / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Rui Jorge deixou críticas à exibição de Portugal frente à Roménia, no encontro particular que ditou a derrota da equipa das quinas nesta sexta-feira.

Rui Jorge deixou críticas à exibição de Portugal frente à Roménia, no encontro particular que ditou a derrota da equipa das quinas nesta sexta-feira.

Rui Jorge analisou a derrota de Portugal frente à Roménia, num encontro particular de preparação para o Euro de Sub-21, que se joga na Eslováquia. O selecionador português deixou críticas à equipa:

«Temos muito que melhorar. Hoje comprovámos isso. Acho que o resultado não é justo, mas de qualquer forma é o menos importante. Temos que passar para outro nível de jogo, porque a fase final tem outro nível. Fomos poucos seguros com bola, falhámos passes que não podemos falhar neste nível, falta agressividade ofensiva no nosso jogo. Tivemos muitas falhas técnicas que jogadores da nossa qualidade não podem ter. Temos de continuar a treinar e esperar que a coisa fique melhor. Não basta dizer que somos melhores, temos de o demonstrar constantemente. Hoje não conseguimos demonstrar uma supremacia sobre a Roménia. Acho que eles também não foram superiores a nós. Tivemos um ou outro bom momento, mas é curto para o que é uma fase final sub-21», afirmou o técnico dos Sub-21.

Rui Jorge analisou ainda algumas prestações na equipa de Portugal:

«É uma oportunidade que têm de representar a Seleção a um bom nível. Eles têm que ficar satisfeitos e perceber o privilégio que é conseguir estar numa Seleção Sub-21. Procuramos jogadores inteligentes, que percebam o jogo e as necessidades. O Diogo Nascimento fez um ótimo jogo. O Gonçalo também entrou bem. O Noro e o Chissumba foram razoáveis, peças novas que não comprometeram. Agora, podemos e temos de fazer melhor. Sei bem o que é uma fase final sub-21 e temos de ser muito melhores».

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.