Publicidade

Sem portuguesas, eis as 30 nomeadas à Bola de Ouro Feminina

Diogo Ribeiro · 1 min

Aitana Bonmatí
Foto: FC Barcelona

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O L’Équipe divulgou as 30 nomeadas à Bola de Ouro. Barcelona é, sem supresas, o clube com mais jogadoras nas últimas 30.

O L’Équipe divulgou as 30 nomeadas à Bola de Ouro. Barcelona é, sem supresas, o clube com mais jogadoras nas últimas 30.

Já são conhecidas as 30 jogadoras que estão na corrida à Bola de Ouro Feminina. A lista foi divulgada pelo L’Équipe e não contempla qualquer jogadora portuguesa.

Na lista destaque para a presença de sete jogadoras do Barcelona, potência no futebol feminino e clube mais representado. Uma das jogadoras é Aitana Bonmatí, vencedora do prémio na última edição.

No futebol feminino, destaque para a nomeação de Filipa Patão na distinção para treinadores. Podes ver os seis nomeados AQUI.

Eis as 30 nomeadas para a Bola de Ouro Feminina:

  • Barbra Banda (Orlando Pride)
  • Aitana Bonmatí (Barcelona)
  • Lucy Bronze (Barcelona)
  • Mariona Caldentey (Arsenal)
  • Tabitha Chawinga (Lyon)
  • Grace Geyoro (PSG)
  • Manuela Giugliano (AS Roma)
  • Caroline Graham Hansen (Barcelona)
  • Patrícia Guijarro (Barcelona)
  • Giulia Gwinn (Bayern Munique)
  • Yui Hasegawa (Manchester City)
  • Ada Hegerberg (Lyon)
  • Lauren Hemp (Manchester City)
  • Lindsey Horan (Lyon)
  • Lauren James (Chelsea)
  • Marie-Antoinette Katoto (PSG)
  • Alyssa Naeher (Chicago Red Stars)
  • Sjoeke Nusken (Chelsea)
  • Ewa Pajor (Barcelona)
  • Salma Paraluello (Barcelona)
  • Gabi Portilho (Corinthians)
  • Alexia Putellas (Barcelona)
  • Mayra Ramírez (Chelsea)
  • Trinity Rodman (Washington Spirit)
  • Lea Schuller (Bayern Munique)
  • Khadija Shaw (Manchester City)
  • Sophia Smith (Portland Thorns)
  • Mallory Swanson (Chicago Red Stars)
  • Tarciane (Houston Dash)
  • Glódis Viggóstdóttir (Bayern Munique)
Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.