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Sergio Ramos apresentado no Monterrey: «Não venho para aqui para exibir o que ganhei. Quero continuar a ganhar troféus»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Sergio Ramos
Foto: Monterrey

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Sergio Ramos é oficialmente jogador do Monterrey do México e já foi apresentado. Eis o que defesa espanhol disse.

Sergio Ramos é oficialmente jogador do Monterrey do México e já foi apresentado. Eis o que defesa espanhol disse.

Sergio Ramos já foi apresentado oficialmente como reforço do Monterrey, da Liga do México. Em conferência de imprensa, o defesa-central espanhol de 38 anos falou sobre a tomada de decisão e o porquê de rumar ao clube mexicano:

«O Monterrey ofereceu-me o equilíbrio que procurava. Uma equipa com uma margem de crescimento enorme e que me permite jogar torneios nacionais, internacionais, continentais e um Mundial de Clubes».

«Eu sou uma pessoa que não se cansa de ganhar. No futebol não se vive do passado. Obviamente que é um legado que não se pode apagar. Mas não venho para aqui exibir o que fiz e o que ganhei. Venho com a mesma ilusão de querer continuar a ganhar troféus e oportunidades novas, porque nunca estive na liga mexicana», completou.

Sergio Ramos reforçou que quer ganhar mais títulos e que não vem para «passear»:

«O palmarés está aqui, não o posso apagar, mas não venho passear taças, pelo contrário, venho para conquistar títulos novos e trazer a minha melhor versão. Braçadeira de capitão? Nunca precisei de uma braçadeira para ser um líder. Se a direção e o balneário pensarem nisso e decidirem fazê-lo, ficarei orgulhoso».

Sergio Ramos confessa que nunca pensou em retirar-se do futebol:

«Nunca pensei em retirar-me. Continuei a trabalhar todos os dias sabendo que o momento iria chegar mais cedo ou mais tarde. É uma decisão que irei tomar quando achar que o futebol já não me faz sentido».

Sergio Ramos vai utilizar o número 93 e explicou o porquê:

«O minuto 93, do meu golo na Liga dos Campões em Lisboa, que nos permitiu ganhar a prova e o título mais importante e épico da minha carreira… é altura de deixar um pouco o 4 na gaveta e levar o 93 a passear».

Diogo Lagos Reis

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