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Simone Inzaghi analisa derrota do Inter Milão e olha para o futuro: «Iremos a Barcelona com grande respeito, mas não com medo»

Diogo Lagos Reis · 1 min

Simone Inzaghi
Foto: Inter Milão

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O Inter Milão perdeu este domingo com a AS Roma por 1-0 na Serie A. Simone Inzaghi analisou a derrota e pensou no Barcelona.

O Inter Milão perdeu este domingo com a AS Roma por 1-0 na Serie A. Simone Inzaghi analisou a derrota e pensou no Barcelona.

Simone Inzaghi analisou a derrota do Inter Milão com a AS Roma por 1-0, numa partida a contar para a Serie A. No final do encontro, o técnico dos Nerazzurri apontou dificuldades na primeira parte, melhoria na segunda e já mencionou o Barcelona (vão enfrentar-se nas meias finais da Champions League):

«O futebol é assim. Vimos de três derrotas que doem. A equipa tentou, não com grande lucidez, sobretudo na primeira parte. Na segunda parte, jogámos com mais vontade. Estamos muito satisfeitos com o abraço das pessoas no final do jogo, porque os jogadores dão sempre a sua alma e terão sempre a minha gratidão. Não estamos habituados a isto, temos de tentar recuperar energias. Iremos a Barcelona com grande respeito, mas não com medo. A Roma fez um grande jogo, mas na segunda parte merecíamos mais. Temos de reagir. Lances de bola parada, penáltis: é um período um pouco complicado para nós, mas não é caso para falar disso»

«Tínhamos de ser melhores como equipa, pressionámos demasiado individualmente e nunca como equipa. Fizemos o primeiro golo num ressalto fortuito, muito bem, Soulé. Teríamos merecido mais, mas o futebol é assim. Não aproveitámos as oportunidades que criámos. Temos de encontrar lucidez dentro de nós, porque ainda temos compromissos importantes», disse ainda.

Diogo Lagos Reis

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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