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Sortes distintas para os portugueses: Al Ittihad de Sérgio Conceição vence e apura-se e Al Gharafa de Pedro Martins fica pelo caminho na Champions League Asiática

Diogo Ribeiro · 1 min

Al Ittihad Jogadores
Foto: Al Ittihad FC

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O Al Ittihad de Sérgio Conceição venceu o Al Sadd e está na próxima fase da Champions League Asiática. Al Gharafa de Pedro Martins eliminado.

Dois treinadores portugueses em ação, sorrisos só num lado. O Al Ittihad de Sérgio Conceição já estava apurado para a próxima fase da Champions League Asiática e vitória sobre o Al Sadd por 4-1 confirmou-o.

Houssem Aouar (10′), Youssef En-Nesyri (18′), Pedro Miguel na própria baliza (33′) e Stephane Keller (63′) marcaram os golos da vitória, o ex-Arouca Rafa Mujica (38′) reduziu. Ambas as equipas seguem em frente na prova.

Já o Al Gharafa de Pedro Martins perdeu com o Tractor do Irão e está fora da próxima fase da prova. Derrota por 2-0 no Catar surgiu com os golos de Mehdi Hashemnejad (61′) e de Amirhossein Hosseinzadeh (81′).

Recorda também os resultados de segunda-feira na prova.

Eis os resultados do dia na Champions League Asiática:

  • Machida 3-2 Chengdu Rongcheng
  • Seoul 2-2 Hiroshima
  • Buriram 2-0 Shanghai Shenhua
  • Johor DT 1-0 Vissel Kobe
  • Al Gharafa 0-2 Tractor
  • Al Sadd 1-4 Al Ittihad
Diogo Ribeiro

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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