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Sporting recusa proposta de 15 milhões de euros

Marco Ferreira · 1 min

Sporting e Nacional da Madeira
Foto: Pedro Figueira/Bola na Rede

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O Sporting rejeitou uma proposta de 15 milhões de euros de um clube da Arábia Saudita por Geny Catamo. Os leões só aceitam vender o jogador por 25 milhões.

O Sporting rejeitou uma proposta de 15 milhões de euros de um clube da Arábia Saudita por Geny Catamo. Os leões só aceitam vender o jogador por 25 milhões.

Geny Catamo, ala de 23 anos, só vai deixar o Sporting por uma verba a rondar os 25 milhões de euros. Esta foi a resposta dada pelos leões à proposta de 15 milhões de euros realizada por um clube da Arábia Saudita, avança o jornal A Bola.

O internacional moçambicano tem vindo a crescer muito no clube de Alvalade, o que despertou a cobiça de vários clubes, entre eles o Valência que também já viu uma proposta de 12 milhões de euros ser rejeita.

O Sporting não pretende baixar dos 25 milhões até porque o Amora ainda é detentor de 75% dos direitos económicos do atleta, algo que irá baixar consideravelmente o possível encaixe financeiro leonino. Geny tem contrato até 2028 e está blindado por uma cláusula de rescisão de 60 milhões.

Marco Ferreira

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
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