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Taça de Portugal: Tirsense deve receber Benfica fora de casa e Bessa é opção em cima da mesa

Diogo Lagos Reis · 1 min

Tirsense jogadores
Foto: Tirsense

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O Tirsense tornou-se na primeira equipa de sempre da quarta divisão a chegar às meias-finais da Taça de Portugal. Duelo com o Benfica.

O Tirsense tornou-se na primeira equipa de sempre da quarta divisão a chegar às meias-finais da Taça de Portugal. Duelo com o Benfica.

O Tirsense vai disputar o acesso à final da Taça de Portugal com o Benfica numa eliminatória a duas mãos, após eliminar o Elvas. Em declarações à rádio TSF, João Magalhães, presidente do Tirsense, admitiu que há uma grande possibilidade do jogo em casa não acontecer no estádio do clube:

«Temos sérias dificuldades em poder realizar o jogo no nosso estádio. Estamos em contacto com a câmara também, que se tem mostrado bastante disponível para nos ajudar, mas sabemos que será difícil, até pelo curto prazo de tempo que temos até à realização do jogo», explicou.

João Magalhães admitiu que «já houve previamente alguns contactos» para utilizarem um estádio de outro clube e o Estádio do Bessa entra no lote das possibilidades:

«É um dos casos que temos em conta e não é o único caso. Temos mais estádios até de dimensão próxima, mas seria uma opção válida, com certeza».

João Magalhães falou sobre a necessidade de substituir o relvado do Estádio Abel Alves Figueiredo, casa do Tirsense, bem como a alterar a iluminação:

«Nós temos um relvado muito antigo e que seria absolutamente necessário fazer a sua substituição para esse jogo. O estádio atualmente conta apenas com três torres de iluminação. A própria iluminação em si teria de ser alterada para o sistema de LED. Teríamos também a dificuldade das cadeiras, porque o estádio não está todo preparado com cadeiras para que tenha os lugares sentados».

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

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O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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