Publicidade

Thiago Motta fala de Alberto Costa: «Lamento não estar na lista da Champions»

Ricardo João Lopes · 1 min

Alberto Costa
Foto: Juventus

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Alberto Costa trocou o Vitória SC pela Juventus no último mercado de transferências, mas ficou de fora da lista para a Champions League.

Alberto Costa trocou o Vitória SC pela Juventus no último mercado de transferências, mas ficou de fora da lista para a Champions League.

Thiago Motta falou sobre a situação de Alberto Costa, lateral direito que chegou a Turim no último mercado, mas que ficou fora dos inscritos na Champions League:

«Estou muito satisfeito com Alberto Costa. Tem fome e quer provar o seu valor. Lamento não estar na lista da Champions porque gostaria que ele participasse, mas expliquei-lhe a situação e ele aceito».

O técnico confessou que Renato Veiga e Lloyd Kelly poderão jogar ao mesmo tempo no centro da defesa da Juventus, apesar de serem ambos esquerdinos, além de que podem atuar em outras zonas do terreno:

«Lloyd Kelly e Renato Veiga são ambos esquerdinos, mas podem jogar juntos e desempenharam vários papéis, são dois jogadores cujas caraterísticas nos vão ajudar».

Thiago Motta deixou elogios ao Como, uma das equipas que fez parte dos protagonistas do inverno:

«Jogo complicado. Temos de ter a máxima concentração e determinação para fazer um grande jogo. Fabregas enfrenta as grandes equipas com coragem e jogando no ataque. Nunca vi Como a defender. Colocaram em dificuldades equipas como a Atalanta, o AC Milan e a Roma».

Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.