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Tomás Amaral: «A estabilidade que o Sporting conseguiu para atacar o campeonato foi um mérito do Sporting; a instabilidade que o Benfica teve foi um demérito do Benfica»

Diogo Ribeiro · 1 min

Sporting equipa 5 momentos do campeonato 24/25
Foto: Mário Pinto/Bola na Rede

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Tomás Amaral é o diretor desportivo da lista de João Noronha Lopes. Dirigente foi entrevistado pelo Bola na Rede e falou de mercado e do Benfica.

Tomás Amaral foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O diretor desportivo da lista de João Noronha Lopes falou no título do Sporting… com críticas ao Benfica.

«Todos achamos que temos uma fórmula do sucesso. Há uma coisa de que estou certo: a estabilidade que o Sporting conseguiu para atacar o campeonato foi um mérito do Sporting; a instabilidade que o Benfica teve foi um demérito do Benfica», destacou Tomás Amaral.

Lê toda a entrevista de Tomás Amaral.

Diogo Ribeiro

Redação Bola na Rede · ver artigos

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Enquanto houver estrada para andar Rui Borges vai continuar | Sporting 2-1 Marítimo

Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

Manuel Nascimento · 5 min de leitura
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