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Tonel antecipa Clássico entre FC Porto e Sporting: «Equipas muito organizadas do ponto de vista tático»

Eduarda Ferreira · 1 min

Geny Catamo Borja Sainz Sporting FC Porto
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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O antigo jogador Tonel prevê um Sporting-FC Porto equilibrado e muito tático na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, destacando a organização das equipas como fator decisivo, em vez da emoção do clássico.

Tonel acredita que o confronto entre Sporting e FC Porto, na primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, será equilibrado e muito estratégico, com a organização das equipas a ter maior influência do que a emoção do clássico.

«São duas equipas muito organizadas do ponto de vista tático, principalmente o FC Porto, que defende muito bem e gosta de controlar e, por vezes, não se importa de não dominar», afirmou em declarações à Lusa.

O Sporting recebe o FC Porto no Estádio José Alvalade, enquanto a segunda mão decorrerá no Estádio do Dragão, em data ainda a definir. Tonel espera um jogo equilibrado e com poucas oportunidades de golo, seguindo a tendência dos encontros recentes do FC Porto frente a equipas de nível semelhante.

Francisco Trincão Victor Froholdt Sporting FC Porto
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Eduarda Ferreira

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Há uma frase do Lampedusa que toda a gente cita mal: é preciso que tudo mude para que tudo fique na mesma. Rui Borges levou-a à letra na terça-feira. Mudou os onze. Não nove, não dez, os onze, do guarda-redes ao ponta de lança, o que é um gesto que um treinador de um grande só faz quando percebeu que já não tem nada a perder por aí. Saíram o Kaique, o Fresneda, o Ba, o Gonçalo Inácio, o Maxi, o Altimira, o Doumbia, o Flávio, o Luis Guilherme, o Irankunda e o Suárez. Entrou uma equipa que ninguém tinha visto jogar junta. E ganhou. Convém lembrar de onde vinha o Sporting, porque sem isso o 2-1 não se percebe. Vinha de duas derrotas consecutivas em casa, com o LASK Linz e com o Académico de Viseu, do primeiro desaire interno da temporada, de nove pontos de atraso para o FC Porto e de lenços brancos nas bancadas no domingo à tarde. Alvalade tinha-se habituado a ver a bola circular muito e a chegar a lado nenhum. Dois jogos seguidos a cruzar por cruzar contra blocos que se fechavam e a sofrer sempre do mesmo modo, com a bola trocada para o lado contrário e um cruzamento rasteiro que ninguém cortou.

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