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Papo de Bola #6: Antevisão da Libertadores e o fim da era Tabárez

Redação BnR · 1 min

Papo de bola episódio 7 Bola na rede

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HORA DO SEXTO EPISÓDIO DO PODCAST “PAPO DE BOLA” SOBRE
A ATUALIDADE DO FUTEBOL SUL-AMERICANO!

Depois do quinto episódio do podcast “Lei do Mercado” e da estreia do Mourinhos vs. Guardiolas, estreamos o sexto episódio, o teu espaço para ouvires as últimas novidades sobre o futebol sul-americano.

Neste episódio, o César Mayrinck recebe o treinador de futebol e comentador do Bola na Rede, Fellipe Andrade, e ambos focam toda a atenção na final da Copa Libertadores. Quem irá ganhar?

Fica com a sexta edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

6.º PROGRAMA – PAPO DE BOLA

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Opinião

FC Copenhaga 3-0 Braga | E o Gverreiro gelou

O Copenhaga nunca tinha ganho no Parken a um opositor português. Vindos da pior época da sua história (sétimo lugar interno, disputa da fase de manutenção), aos dinamarqueses resta fazer pela vida para reassumir a dianteira do seu futebol. No fim-de-semana, a derrota no terreno do Midtjylland encurtara a vantagem no topo para apenas dois pontos – poderia esse tropeção adornar o encontro com o Braga de importância extra? Pareceu definitivamente que sim, dada a energia com que a equipa de Bo Svensson entrou a pressionar Gverreiros. O ímpeto, típico de anfitrião em jogo europeu, não deveria assustar arsenalistas, tão ou mais habituados que o Copenhaga a contexto internacional. E, mesmo por isso, passando a primeira onda de histeria, o jogo acalmou. No meio do marasmo ainda surgiu oportunidade para balançar as redes portuguesas, mas Travassos estava concentrado e salvou golo certo. O agressivo 4-2-3-1 de Bo Svensson (2,4 golos por jogo na Superligaen e 17 golos nos play-offs da Conferência) era manietado pelo 3-5-2 híbrido de Carlos Vicens, com o miolo Moutinho-Tiknaz-Gorby a ganhar ascendente na luta física e na luta pela posse de bola. No apito final da primeira metade, os portugueses contavam com 63%, superioridade notável ao nível do passe (301 completos para 169) e mais oportunidades reais de aproximação à outra baliza.

Pedro Cantoneiro · 2 min de leitura
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