Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

«Benfica x Sporting na Taça de Portugal? Foi um jogo com dedo de Rúben Amorim»

Diogo Lagos Reis · 3 min

Benfica x Sporting
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

O Sporting eliminou o Benfica na Taça de Portugal e está na final da prova. O comentador Márcio Francisco Paiva deu a sua opinião sobre o jogo.

O Sporting está na final da Taça de Portugal após vencer o Benfica por 4-3 (no combinado das duas mãos) nas meias finais da prova. A decisão ficou para esta terça-feira no Estádio da Luz. Neste seguimento, Márcio Francisco Paiva, comentador do Bola na Rede deu a sua opinião sobre a partida, sublinhando a influência de Rúben Amorim:

«Foi um jogo com dedo de treinador. Rúben Amorim mexeu cedo. Ao intervalo, fez uma tripla substituição e mexeu bem. Tiveram um impacto direto no resultado, os jogadores participaram nos golos do Sporting e conseguiram concluir a missão: apurarem-se para a final. Dentro dessa missão, os leões tinham dois objetivos principais: não sofrer cedo e não sofrer primeiro. Conseguiram os dois. Foram para o intervalo com um 0-0, apesar de um maior domínio territorial, posse e não só. Fizeram o 1-0, sofreram o empate, fizeram o 2-1 primeiro. A eliminatória nunca teve empatada».

Além disso, recordou o momento do Benfica e o próximo jogo contra o Sporting, que será disputado no Estádio de Alvalade, este sábado, para a Liga Portugal:

«Vamos ver que impacto tem o jogo de hoje para o futuro a médio-longo prazo do Benfica, num momento em que a contestação a Roger Schmidt pode acalmar mas não desaparece. O Benfica está fora da Taça de Portugal e Taça da Liga e mantém-se na luta pelo campeonato e na Liga Europa. Vamos ver que impacto este jogo tem para o embate daqui a quatro dias, em Alvalade. Nem sempre os jogos entre a mesmas equipas em períodos de poucos dias são sempre iguais. Podem ser completamente diferentes. O Benfica vai a Alvalade a saber que se perder entrega praticamente o campeonato aos leões, hoje entregou o bilhete para a final da Taça de Portugal».

Sabe mais sobre o nosso projeto e segue-nos no Whatsapp!

O Bola na Rede é um órgão de comunicação social de Desporto, vencedor do prémio CNID de 2023 para melhor jornal online do ano. Nasceu há mais de uma década, na Escola Superior de Comunicação Social e em forma de programa de rádio.

Desde então, procura ser uma referência na área do jornalismo desportivo e de dar a melhor informação e opinião sobre desporto nacional e internacional. Queremos também fazer cobertura de jogos e eventos desportivos em Portugal continental, Açores e Madeira.

Podes saber tudo sobre a atualidade desportiva com os nossos Última Hora e não te esqueças de subscrever as notificações!

A 28 de outubro de 2019, avançámos também com introdução dos programas em direto, através do canal BOLA NA REDE TV, no Youtube.

Além destes diretos, temos também muita informação através das nossas redes sociais e em vários modelos de podcasts.

Se quiseres saber mais sobre o projeto, dar uma sugestão ou até enviar a tua candidatura, envia-nos um e-mail para [email protected]. Desta forma, a bola está do teu lado e nós contamos contigo!

Diogo Lagos Reis

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.