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Sérgio Conceição: «É um grupo equilibrado: campeão belga, espanhol e Shakhtar que domina Ucrânia»

Diogo Lagos Reis · 3 min

Sérgio Conceição
Foto: Bola na Rede / Diogo Cardoso

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Sérgio Conceição esteve na antevisão ao FC Shakhtar Donetstk. O técnico do FC Porto falou sobre vários temas.

Sérgio Conceição marcou presença na conferência de imprensa de antevisão ao duelo com o Shakhtar Donetsk para a Champions League, agendado para esta terça-feira às 20h. O treinador do FC Porto começou por abordar a equipa adversária:

«Estamos habituados a ver o Shakhtar nos últimos bons anos a ser a equipa número um da Ucrânia e presente na Liga dos Campeões. Às vezes as equipas superam se nas dificuldade. É um momento difícil para o povo ucraniano e estamos todos solidários. Vamos ter uma equipa super motivada que tem sempre qualidade. Quanto às palavras de Stepanenko, estou mais preocupado com o que ele faz em campo do que as palavras que ele disse depois do sorteio».

Sérgio Conceição atirou críticas à imprensa por falarem pouco de futebol:

«Em todas as profissões, sobretudo as que falam para milhares de pessoas, as coisas nem sempre saem bem. É preciso entender do assunto. Nos programas desportivos, como o nosso presidente dizia, fala-se muito pouco de futebol. Estou a falar para as pessoas que falam e fazem da sua opinião sair cá para fora muita confusão e não percebem do que dizem. Eu entendo a vossa curiosidade em perceber o frio na barriga e essas coisas, mas em termos de futebol, perguntar sobre quem constrói do lado do adversário é que era bom».

O técnico dos dragões salientou a sua opinião sobre o grupo do FC Porto na Liga dos Campeões: «É um grupo equilibrado: campeão belga (Antuérpia), campeão espanhol (FC Barcelona) e ainda há o Shakhtar que domina o futebol ucraniano e já tem quatro passagens a próxima fase. Podemos colocar o Barcelona um pouco acima dos outros, mas a nível teórico».

Sérgio Conceição conta história sobre Pepe e deixa elogios ao mesmo:

«Chegamos do Estrela ao Dragão às 2h15 da manhã. O Pepe, com 40 anos, foi para o Olival descansar e esperar o próximo treino para estar a 100%. Já ganhou tudo mas não foi ter com a família como todos os outros. Foi o único jogador a fazer e o que menos precisava. É dos jogadores mais titulados do mundo, mas faz isto porque é apaixonado pelo futebol e pelo clube. Tem uma enorme gratidão e está sempre presente».

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Diogo Lagos Reis

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