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UEFA revela país-anfitrião do Europeu sub-21 de 2025 e muda Liga das Nações e apuramento para o Mundial

Redação BnR · 3 min

UEFA comité
Foto: UEFA

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A UEFA anunciou mudanças em várias competições da Europa e algumas novidades. A Eslováquia vai acolher o Europeu de sub-21 de 2025.

A UEFA anunciou mudanças e novidades nos quadros competitivos de seleções. A primeira novidade diz respeito ao país que vai acolher o Campeonato da Europa de Sub-21. A Eslováquia foi a escolhida para a competição que terá 16 equipas e que será disputada em oito cidade no verão de 2025.

A principal entidade do futebol europeu também revelou que vai haver um novo formato para a Liga das Nações e para os apuramentos para o Campeonato do Mundo. Quanto à Liga das Nações, a partir de 2024 vai contar com mais jogos e a inclusão de quartos de final e playoffs de subida e de descida.

Já os apuramentos para o Campeonato do Mundo vão passar a ter eliminatórias com mais grupos de quatro ou cinco seleções, em vez dos atuais dez grupos com cinco ou seis seleções. Os vencedores dos grupos qualificam-se automaticamente e em conjunto com os melhores segundos classificados. As restantes seleções jogam um playoff.

Sobre o Europeu de 2028, a UEFA decidiu manter 24 países em vez dos 32 anteriormente anunciados.

A UEFA anunciou ainda que vai relocalizar a Supertaça Europeia de 2023. A prova já não vai ter lugar em Kazan, na Rússia, e vai ser disputada, em Atenas, na Grécia, no estádio Georgios Karaiskakis a 16 de agosto.

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José Juan Romero: do Real Bétis a Ceuta, dos milagres dentro de campo ao futebol em segundo plano

SEVILHA, ANDALUZIA- Espanha não tem sido notícia apenas por boas razões nos últimos meses, bem pelo contrário. A queda do governo de Pedro Sánchez está na ordem do dia e tal ‘crise’ justifica-se com vários pontos: alianças políticas que já não estavam a funcionar, aumento do descontentamento da população, salários que não acompanham o custo de vida, crise habitacional que levou a manifestações por todo o território… No entanto, a memória é traiçoeira. Faz-nos pensar que certos acontecimentos já ocorreram há bastante tempo, quando não é bem assim. Quantos se recordam do dia 30 de julho de 2026? Foi nessa data que ocorreu o começo da crise migratória de Ceuta e as consequências da mesma ainda se fazem sentir hoje em dia. 70 mil pessoas oriundas de Marrocos entraram no território a partir do mar durante as 48 horas, provocando uma crise migratória totalmente inesperada. As razões que estiveram na origem desta entrada em massa não são o foco desta análise. A maioria das pessoas teria uma boa índole, procurando o melhor para si e para os seus. Histórias de vida diferentes umas das outras, mas o objetivo comum de atingir a felicidade. No entanto, também existiu o outro lado da moeda: quem procurou o conflito e a criação de um ambiente tóxico.

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SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

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