Publicidade

BnR TV: E se Zeca e Pedro Santos pudessem escolher? Alvalade e Braga seriam os destinos

João Pedro Barbosa · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

No BnR TV Extra desta semana virámos atenções para os portugueses no estrangeiro com a presença de Pedro Santos (Columbus Crew SC) e de Zeca Rodrigues (FC Copenhaga). Com muita disposição em torno do programa, as experiências dos dois jogadores e as expetativas para o futuro foram os grandes destaques abordados.

Quanto ao futuro para a carreira dos dois futebolistas, Zeca Rodrigues acredita que Pedro Santos tem a qualidade necessária para ser jogador do Sporting CP. O extremo, que atualmente está nos E.U.A, está bem nos Columbus Crew SC, «mas se surgisse uma proposta de um clube grande iria pensar e possivelmente podia aceitar essa proposta». Já para o lado de Zeca Rodrigues, o jogador luso-grego confidenciou que o futuro poderia passar por jogar na MLS, fazendo já a sua promoção em pleno programa.

Depois de ambos terem passado a formação no Casa Pia AC, a possibilidade de partilharem o campo por vontade própria seria assinado um contrato na hora, porém, é complicado isso voltar a acontecer. Quanto à possibilidade de ambos estarem ligados aos “gansos”, Zeca Rodrigues gostava de ter um cargo ligado, de certa forma, ao clube lisboeta.

Não se esqueceu de se falar sobre o facto de haver a complicação de uma chamada à seleção portuguesa. «O SC Braga tem dois ou três jogadores que encaixam na seleção e não foram chamados ainda. Por um lado, temos uma seleção rica em qualidade. Por outro, deviam dar oportunidade a outros jogadores de outros clubes, porque só têm oportunidade quando saem de Portugal», desabafou Pedro Santos, que também não acabou por nunca ser chamado enquanto esteve em Portugal.

João Pedro Barbosa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.