Publicidade

BnR TV: Hugo Martins: «Confesso que não vou ver um único jogo português. Estou desiludido com a FPF e Liga»

João Pedro Barbosa · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Hugo Martins, treinador do Real SC, foi o convidado do Mourinhos vs. Guardiolas desta semana. A experiência pela Índia, as passagens pelo Sertanense FC e pelo Real SC, e o futuro da sua carreira foram os assuntos com maior relevância neste programa. Hugo Martins ainda confirmou o interesse da direção realista querer renovar para continuar o processo de subida à Segunda Liga.

O treinador de 42 anos relembrou que todos os técnicos recebem influências de todos os outros, principalmente aqueles que mais importância no Futebol têm, mas acabou por destacar como influências durante o seu percurso José Mourinho, Pep Guardiola, Diego Simeone, Maurizio Sarri e Jorge Jesus.

Hugo Martins explicou aquilo que um treinador sente nos momentos das trocas de clubes durante a época. Em relação à troca em 2019/20, entre o Real SC e o Sertanense FC, o treinador afirmou: «vi o perfil dos jogadores [do Real SC] e sabia que conseguia implementar o estilo de jogo de que mais gosto no clube».

Nos realistas não sentia qualquer pressão de subir à Segunda Liga, porque acreditava naquilo que os jogadores conseguiam fazer e aliado àquilo que é o trabalho da equipa técnica. Porém, Hugo Martins não esqueceu de elogiar a formação de Álvaro Pacheco – o FC Vizela -, que, na sua opinião, era a que tinha mais argumentos para chegar à Segunda Liga.

O treinador do Real SC fala em sentimento de injustiça quanto às duas subidas de FC Arouca e FC Vizela, e concluiu: «Todos os campeonatos europeus que retomarem eu vou ver, mas o campeonato português confesso que não vou ver um único jogo. Estou desiludido com a forma que a FPF e a Liga decidiram as subidas e as descidas».

Artigo revisto por Joana Mendes

João Pedro Barbosa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

GP Estados Unidos: Kimi Antonelli a dois pontos do título

A CORRIDA: AINDA NÃO FOI DESTA, MAS KIMI ANTONELLI FEZ TUDO O QUE LHE COMPETIA NO FIM DE SEMANA DE AUSTIN Kimi Antonelli venceu este domingo o Grande Prémio dos Estados Unidos de Fórmula 1, com o título a ser apenas uma formalidade à espera de acontecer, que será provavelmente na ronda seguinte, no México, onde um nono lugar chega para assegurar o cetro.

Bernardo Figueiredo · 2 min de leitura
Ler a crónica
Benfica

O Açor não tem medo da Águia | Santa Clara x Benfica

«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.