Publicidade

Sérgio Paulinho e Tiago Machado: «Se o Futebol voltou então as outras modalidades também deviam»

João Pedro Barbosa · 1 min

Sérgio Paulinho e Tiago Machado: «Se o Futebol voltou então as outras modalidades também deviam»
Foto: Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

À boleia das duas rodas, o BnR TV Modalidades teve as presenças de Sérgio Paulinho e Tiago Machado, experientes ciclistas da equipa Efapel. As experiências durante a carreira e o futuro da modalidade pós-pandemia foram os temas em destaque durante o programa.

Das bonitas história ao longo das carreiras, recordou-se a inédita medalha de prata de Sérgio Paulinho em Atenas de 2004 e Tiago Machado não esqueceu do Le Tour de France de 2014 com a NetApp–Endura. O ciclista famalicense ainda confessou o «amor pelo SL Benfica», contudo, de frisar que acabou por ter propostas dos encarnados e recusou-as.

Impossível não tocar na história entre o Lance Armstrong e Alberto Contador na Astana. Sérgio Paulinho afirmou que o ano de 2009 foi muito bom, porém, a reunião em Andorra piorou o ambiente que se vivia na equipa cazaque.

Parados, pelo menos a nível competitivo, a grande questão agora é como há de voltar. A Volta a Portugal ainda não tem plano para esta nova realidade, porém, Sérgio Paulinho e Tiago Machado acreditam que esta podia acabar por seguir o mesmo esquema que aconteceu no Paris-Nice ainda este ano.

«Se o Futebol arrancou, então as outras modalidades deviam arrancar também», confessou Sérgio Paulinho. Porém, foi uma opinião partilhada por Tiago Machado: «Não se esqueçam que o Ciclismo também gera dinheiro e temos que ver que existem família que vivem do Ciclismo. Não havendo Volta [a Portugal] é um duro golpe na modalidade e pode terminar com muitos postos de trabalho».

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

João Pedro Barbosa

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.